Como e por que os mórmons estão catalogando todos os registros civis do Brasil

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As pessoas conhecem os mórmons como aqueles jovens que vagam o mundo, de camisas engomadas para dentro das calças pretas, batendo de porta em porta para converter os fiéis à palavra de Joseph Smith. Há, porém, uma face menos conhecida e mais impressionante da fé professada pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias: a obsessão por catalogar todo e qualquer documento que comprove a passagem de uma alma pela Terra.

http://motherboard.vice.com/pt_br/read/a-grande-arvore-genealogica-mormon

EL EMPLEO

Fora Temer no Starbucks

Três anos de dieta paleolítica

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Hoje faz três anos desde que comecei a aventura paleo. Pretendo acirrar de novo na minha aposentadoria onde planejo aprender alguns truques na cozinha. Acho que ainda tenho um longo caminho para melhorar mais ainda os resultados. Tenho soçobrado um pouco ao entorno hostil e facilidades neolíticas. Mais para não ficar destoando dos familiares. Mesmo assim sou tachado um pouco de “paleochato”, mesmo me achando moderado.

O vídeo abaixo, baseado na história de Sten Stures Skaldemans contada em seu livro Lose Weight by Eating (Scandinavian Diet)é brilhante e mostra de forma compacta e bem humorada tudo que está basicamente em jogo numa dieta LCHF. Vale a pena ser visto com legendas em português.

Se procurar receitas paleo no google acha-se um monte de sites.

Respected. Everywhere.

Delação premiada na escola

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Questões de gênero, evolução, história e qualquer assunto deve ser revestido de uma neutralidade que nem no paraíso celestial deve acontecer. Evangélicos irão impingir a sua pseudo-ciência do criacionismo. Belos cientistas teremos! Seremos dominados mais facilmente. Será o fim da história para o Brasil. Lembro-me dos pobres professores de moral e cívica constrangidos pela ditadura a fazer lavagem cerebral nos alunos. Treinaremos delatores mirins que serão aprendizes de corruptos com bagagem automática para um futuro metier em delação premiada.

Vote contra este projeto obscurantista no site da Consulta Pública em curso sobre o projeto de lei da Escola sem Partido.

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[Atualização] Encontrei dois vídeos que reforçam o acerto do título contra a deste post. Atentar a liberdade do professor na escola vai repercutir em manietação também dos alunos pois o clima inquisitorial vai prevalescer e esterilizar tudo o que deveria representar um ambiente educacional moderno voltado para a discussão dos problemas em qualquer esfera: filosófica, política, técnica etc.

Vendo os vídeos e lendo algumas argumentações a favor e contra na Internet achei oportuna uma resposta do Dias Gomes durante uma entrevista:

Matinas Suzuki: O que significa ser de esquerda hoje?

Dias Gomes:
É uma bobagem esse negócio de pensar que não existe mais esquerda e direita. Então nós estaríamos em uma sociedade igualitária e justa, se não existe mais esquerda e direita. Porque enquanto houver pobres e ricos, opressores e oprimidos haverá esquerda e direita. Haverá aqueles que querem mudar tudo e aqueles que querem mudar só algumas coisas para que tudo continue como está, que é o conservador. Então sempre haverá esquerda e direita.

Dias Gomes | Memória Roda Viva

No primeiro vídeo o professor Ghiraldelli fala dos salários aviltados do professor. Soa um pouco como uma defesa dos professores por um professor. Sabemos que é uma realidade o rebaixamento dos salários daqueles que deviam ser valorizados como o eram no tempo em que uma professora numa cidade do interior era um ótimo partido. Mas disso podemos extrair uma interessante ilação: a direita está desesperada com a possível crítica que pode aumentar a partir das escolas pois está apertando o garrote vil da opressão. Professores com salários baixos representam uma carreira que a direita não almeja para si. Ela quer estar no topo da hierarquia e  dominar a base da pirâmide. De onde virão os professores então? Da base, dos oprimidos. O que eles saberão por experiência própria a respeito de ter poucas oportunidades? Tudo. E não haverá como conter esta avalanche de realidade. Por isso a tentativa de instaurar uma mordaça.

[Atualização] O vídeo com um debate na Canal Futura vale a pela de ser visto:

Depois de ver o debate fica claro que há uma intenção malévola contra o professor. A proposta de lei tenta maquiar os propósitos que o site Escola Sem Partido escancara. A lei se aprovada pode, esperançosamente, não “pegar” dada a sua profunda incoerência com a situação social das escolas. Mas na mão de um governo como o de Temer, que já mostrou a que veio, será um instrumento eficaz para a delação do professor. Um macartismo ferrenho e doutrinário, ao contrário do que pregam.

[Atualização] O professor Ghiraldelli, no artigo A escola não pode ser neutra? Como não?!, toca no ponto crucial de que a valorização do professor passa pela concessão de uma vida digna, a mesma concedida aos profissionais com formação superior equivalente. Isto não é para enriquecê-lo mas para atrair para a profissão talentos que, do contrário, vão somente para as carreiras valorizadas pelo “mercado”. E lembrar que o professor precede o “mercado” e mesmo que protegido contra a “mão invisível” que atualmente se esmera em vilipendiá-lo é imprescindível até para o “meritopatas” pois representa,  se docente de qualidade, um excelente aferidor de um mérito muito além do que sonham os medíocres ideólogos da direita. Abaixo alguns excertos do artigo e o vídeo que o acompanha:

(…) A ideia moderna de conhecimento implica em objetividade. Ou seja, o que é posto por um sujeito, apesar de posto por ele, tem poderes de se apresentar em suas características e propriedade básicas, como objeto, sem que se possa falar que se trata de uma miragem do próprio sujeito. É possível essa “objetividade”?

(…)

(1) O conhecimento põe autoridade, a esperança põe atividade e futuro, desejo de chegar, motivação. Quem acha que sabe, dá ordens. Quem tem esperança dá ânimo. É melhor.

(2) Quem toma conta para que a liberdade não se extinga, permite as milhares de perspectivas, quem não age assim e vive no clima de não-liberdade nunca saberá se sua verdade já não foi contestada.

(3) E então, quem quer chegar a um enunciado (ou teoria) que mereça o rótulo de “isso é verdade”, deve antes de tudo confiar em inúmeros outros dos quais nem sempre se pode afirmar algo, a não ser uma crença por confiança. Articulando esses três lemas-procedimento podemos ter algo que substitua a objetividade e que não seja muito diferente do que ela promete, ou seja, algo com que possamos garantir um nível de neutralidade ao circunscrevermos um conteúdo de pesquisa, investigação, estudo, abordagem e divulgação. Essa situação permite que a escola possa ter, de fato direito e de fato, uma aspiração ao que, tradicionalmente, chamamos de objetividade e neutralidade.

A escola não pode ser neutra? Como não?!

Ryno Motors

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https://youtu.be/Z1YoCfm7nxU