Arquivo da categoria: post-citação

Quem já passou por isso ?

Fonte: Paleodiário

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Quatro alimentos aceleram o envelhecimento

Alimento # 1 que mais envelhece: trigo (sim, mesmo o “trigo integral”)

Alimento # 2 que o envelhece mais rápido: alimentos à base de milho – xarope de milho, cereal de milho, salgadinhos de milho, óleo de milho

Alimento # 3 que o envelhece mais rápido: açúcar, alimentos açucarados, certos alimentos ricos em amido

Alimento # 4 que o envelhece mais rápido: óleo de soja, óleo de canola, ou outros “óleos vegetais”

Fonte: http://www.umaoutravisao.com.br/secoes/Alimentacao/envelhecerapido.html

Jejum Intermitente

Uma coisa é certa: nossos ancestrais não comiam 3 refeições todos os dias. Muito menos faziam lanches. Muito menos comiam a cada 3 horas, como mandam os nutricionistas.

(…)nossos ancestrais comiam tudo que podiam, quando podiam, e, de preferência, o pedaço de carne mais gorda que pudessem encontrar.

(…)

Alguns conceitos-chave desenvolvidos por Pilon:

  • Só existem dois estados metabólicos possíveis: alimentado (“fed”) ou “em jejum” (“fasted”).
  • A insulina é reduzida com low carb, mas nunca fica tão baixa quanto em jejum.
  • O metabolismo não desacelera com jejuns curtos.
  • O metabolismo não depende muito do que você come ou deixa de comer, e sim de sua quantidade de massa magra (músculo).
  • Jejuns curtos (24h) não afetam a cognição e o funcionamento do cérebro.
  • A restrição calórica, quando associada à musculação (“resistance training”), não leva à perda de massa muscular.
  • Benefícios metabólicos do jejum intermitente incluem todos os benefício de uma dieta low carb (melhora da síndrome metabólica e da inflamação crônica).

Fonte: Blog do Dr. Souto

Herbívoros e a desertificação

Já achava os herbívoros saboroso, e já sabia que eram bons para a nossa saúde. Com este vídeo, aprendi que são bons para a natureza também.

Dr. Souto

herbivoros e desertificacao

Dieta High Carb Low Fat prejudica a vesícula biliar?

Abaixo alguns excertos do post Vesícula no blog do Dr. Souto.

O fígado produz continuamente a bile, uma substância cuja função é emulsificar a gorduras da dieta. Como se sabe, gordura e água não se misturam, a não ser que haja um detergente. A bile é isso: um detergente para tornar a gordura da dieta solúvel.

Acontece que a demanda por bile não é contínua, e sim periódica. Passamos várias horas em jejum(quando não precisamos de nenhuma bile), e de repente comemos um churrasco – quando precisamos de GRANDE quantidade de bile. Mas a bile é produzida de forma contínua pelo fígado. Como o corpo resolve esse problema? Entra em cena a vesícula biliar. A bile que é produzida acumula-se na vesícula. A vesícula, por sua vez, é capaz de concentrar a bile (absorvendo a água) cerca de 10 vezes. Ou seja, a vesícula armazena um detergente concentrado. Quando comemos um alimento gorduroso, o intestino detecta a presença de gordura e secreta um hormônio chamado colecistoquinina (CCK), que desencadeia imediatamente a contração e esvaziamento da vesícula biliar, permitindo o correto aproveitamento e digestão da gordura. Todos os animais carnívoros têm vesícula biliar (com exceção das baleias), pois alimentam-se de forma intermitente (e não contínua) e sua dieta contém gordura. Várias espécies de herbívoros já perderam a vesícula.

Por que as pessoas desenvolvem pedras na vesícula? Bem, primeiramente é preciso avaliar a correção da pergunta: será que todas as pessoas estão sujeitas a este problema?

A resposta é NÃO.

(…) esquimós e índios do norte do Canadá (…)[têm] ausência câncer ou da necessidade de cirurgias de vesícula, rins, estômago e apêndice, embora tais problemas fossem muito comuns nas mesmas etnias quando adotam o estilo de vida e dietas “civilizados” (farinha e açúcar).

(…) raro eram os problemas de vesícula nos nativos com suas dietas pobres em carboidratos refinados, e o quão comum eles se tornam à medida que esses povos adotam uma dieta rica em açúcar e farináceos.

Mas o que acontece quando vesícula fica com pouco uso, não por algumas horas, nem por alguns dias, mas por ANOS? É justamente o que acontece quando se adota uma dieta de baixa gordura.

Isso provoca uma “estase” da bile na vesícula, isto é, a bile fica parada, acumulando-se na vesícula em velocidade mais alta do que é usada. E a vesícula faz a sua tarefa de concentrar essa bile cada vez mais. A bile super-concentrada acaba levando à precipitação dos sais biliares (o chamado “barro biliar”) e, por fim, à formação de cálculos biliares.

Mas, e as evidências científicas modernas, o que dizem?

Em uma revisão de 150 estudos publicados entre 1965 e 2006, a principal associação entre dieta e pedras na vesícula foi o consumo de açúcar (Méndez-Sánchez, Nahum, Daniel Zamora-Valdés, Norberto C Chávez-Tapia, e Misael Uribe. “Role of Diet in Cholesterol Gallstone Formation”. Clinica Chimica Acta; International Journal of Clinical Chemistry 376, no 1–2 (fevereiro de 2007): 1–8. doi:10.1016/j.cca.2006.08.036.)

Ok, mas o que fazer se você acreditou nas diretrizes e vem se alimentado há anos de acordo com a pirâmide alimentar (60% de carboidratos ou mais), e em função disso já teve de retirar a vesícula?

(…) seu fígado continua fabricando bile, a diferença é que você não pode dispor de uma grande quantidade de bile concentrada para digerir uma grande quantidade de gordura de uma só vez. Qual a solução? Fracionar a gordura em pequenas quantidades durante o dia, e aumentar a gordura na dieta os poucos, a fim de que seu intestino se acostume.

E se você já tem cálculos na vesícula? Bem, se você tem cólicas biliares, isso se deve ao fato de que a pedra (ou pedras) estão obstruindo a saída da vesícula. Neste caso, uma refeição gordurosa, ao desencadear a contração da vesícula, pode desencadear a dor. Embora, anedoticamente, haja relatos na internet de pessoas que referem que seus cálculos desapareceram com LCHF, não há literatura científica sobre isso, e é bem provável que você tenha que remover a vesícula (pois, do contrário, vc teria que comer low fat para evitar a dor o que, como vimos, só aumentará o número de pedras, além de piorar a sua saúde como um todo).

Se se interessou pelo assunto e quer mais detalhes leia na íntegra o post pois vale a pena.

TED Global 2014 South (no Rio de Janeiro de 6 a 10 de outubro)

Fonte: http://conferences.ted.com/TEDGlobal2014/

Programação:

TED Global 2014

De segunda-feira (6) a sexta-feira (10) no Copacabana Palace, no Rio

Segunda-feira
12h a 16h15

Apresentação da equipe de 20 TED Fellows, jovens com projetos promissores adotados pela fundação

Terça-feira
9h às 18h45
Sessão 1 – Histórias

Marie Arana – Biógrafa e crítica literária peruana
Jose Miguel Sokoloff – Publicitário colombiano
Andrés Ruzo – Geólogo peruano
Danay Suárez – Cantora e compositora cubana
Takasha Yawanawá – Chefe do grupo indígena Yawanawá, no Acre

Sessão 2 – Recomeço digital
Zeynep Tufekci – Socióloga turca
Pia Mancini – Cientista política e ativista argentina
Alessandra Orofino – Economista brasileira
Gustavo Ollitta – Artista circense brasileiro
Glenn Greenwald – Advogado e jornalista norte-americano
Andy Yen – Administrador de sistemas norte-americano

Sessão 3 – Cruzando fronteiras
José Padilha – Cineasta brasileiro
Ethan Nadelmann – Ativista norte-americano
Dilip Ratha – Economista indiano
Taiye  Selasi – Escritora e fotógrafa londrina
Grupo TEDx – Banda argentina de cumbia

Quarta-feira
9h às 18h45

Sessão 4 – Trabalho de campo
Oren Yakobovich – Ativista israelense
Severine Autesserre – Cientista política na Columbia University, nos EUA
Doreen Khoury – Ativista libanesa
Charmian  Gooch – Ativista anti-corrupção britânica
Circle of Sound – Duo de world music europeu
Ameenah Gurib-Fakim – Bióloga das Ilhas Maurício

Sessão 5 – Tela urbana
Robert Muggah – Cientista social canadense
Su Yunsheng – Urbanista chinês
Haas&Hahn – Artistas holandeses
Batalha do Passinho – Grupo de dança brasileiro
Grimanesa Amorós – Artista peruana

Sessão 6 – Tecnologia que dá poder
Rodrigo Baggio –  Ativista da inclusão digital brasileiro
Bruno Torturra – Jornalista brasileiro
Steve Song – Empreendedor norte-americano
Syed Karim – Fundador da empresa americana Outernet
Ana Tijoux – Cantora franco-chilena
Miguel Nicolelis – Neurocientista brasileiro
Sessão 7 – Projetos
Tasso Azevedo – Engenheiro florestal brasileiro
Ilona Szabó de Carvalho – Especialista em segurança brasileira
Melissa Fleming – Executiva norte-americana
Michael Green – Economista e escritor britânico
Casuarina – Banda carioca

Quinta-feira
9h às 18h45
Sessão 8 – Lentes

Wendy Freedman – Astrônoma canadense
Jorge Soto – Engenheiro mexicano
Vincent Moon – Diretor francês
Naná Vasconcelos – Músico brasileiro
Elizabeth Pisani – Epidemiologista e jornalista norte-americana
Jimmy Nelson – Fotógrafo britânico
Sessão 9 – Necessidades básicas
Sipho Moyo – Ativista africana
Teresa Corção – Chef brasileira
Isabel Hoffmann – Empresária portuguesa
Juliana D’Agostini – Pianista brasileira
Joe Madiath – Empreendedor social indiano
Navi Radjou – Administrador indiano

Sessão 10 – Ação lateral
Khalida Brohi – Ativista feminista paquistanesa
Vik Muniz – Artista plástico brasileiro
Alejandro Aravena – Arquiteto e urbanista chileno
Misha Glenny – Jornalista britânico
Ricardo Semler – Empresário brasileiro
Juana Molina – Cantora e atriz argentina

Sexta-feira
9h às 13h
Sessão 11 – Espaços poderosos
Fabien Cousteau – Ambientalista francês
Mark Plotkin – Especialista em etnobotânica norte-americano
Robert Swan – Ambientalista britânico
Matthieu Ricard – Monge budista francês
Aakash Odedra – Coreógrafo britânico

Sessão 12 – Lutadores
Kimberley Motley – Advogada norte-americana
Omoyele Sowore – Editor nigeriano
Fred Swaniker – Educador ganês
Ruslana – Cantora ucraniana

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/ted-global/2014/noticia/2014/10/ted-estreia-no-brasil-com-ideias-inovadoras-da-neurociencia-ao-funk.html

Europa planeja 70 mil km de rotas cicloturísticas conectando 42 países

Os roteiros podem ser feitos em um dia ou em três meses.

Viajar pela Europa de bicicleta é algo muito mais comum do que se possa imaginar. Para facilitar e deixar essa atividade ainda mais segura, foi criada a EuroVelo, uma rede que conecta as melhores rotas cicloturísticas do continente.

Fonte: http://ciclovivo.com.br/mobile/noticia/europa-planeja-70-mil-quilometros-rotas-cicloturisticas-conectando-42-paises-9307