Arquivo do mês: dezembro 2014

Os números de 2014

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2014 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos em Sydney, Opera House tem lugar para 2.700 pessoas. Este blog foi visto por cerca de 8.400 vezes em Se fosse um show na Opera House, levaria cerca de 3 shows lotados para que muitas pessoas pudessem vê-lo.

Clique aqui para ver o relatório completo

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Serendipity

O acaso só favorece a mente preparada

http://pt.wikipedia.org/wiki/Serendipidade

No último fim-de-semana fui até a marina em Bracuí dar uma olhada no barco e resolver algumas pendências.

Interagindo com os velejadores que ainda estavam no cais preparando-se para sair (o dia estava lindo e eu fiquei com uma inveja danada da velejada que eles iam dar) acabei recebendo a ajuda do dono do veleiro vizinho no cais. Ele me emprestou uma pasta que ajudou a limpar uma mancha incrustada no casco que não saia só com água e esfregando com uma bucha macia. Conversamos também sobre várias coisas e, entre elas, sobre o nome do barco dele: Esplai, uma Fast 36. Explicou que o nome veio com o barco quando ele comprou. Pensou em mudar mas parece que desistiu por causa da forma que o nome foi incrustado no casco, o que dificultou a substituição. Disse que Esplai quer dizer recreação em Catalão. Apareceu até uma pessoa querendo conhecer um Fast porque queria comprar um. Perguntou até se ele vendia. Inutilmente. Parece que ele adora o barco.

Ontem fui no almoço de despedida de um colega que estava mudando de local de trabalho na minha empresa. Encontrei um ex-colega de trabalho neste almoço e conversamos sobre vela. Perguntei sobre as atividades atuais do pai dele, que é um experiente velejador, e que se ele toparia dar uma velejada no Dawn I, como pretexto para trocar idéias. Meu colega respondeu que achava que o pai talvez topasse já que tinha muitos amigos velejadores em Bracuí incluindo um que tinha comprado o barco dele. Imediatamente minha intuição “ligou os pontinhos”. Sabia que o pai dele era da Catalunha. O barco do velejador em Bracuí era de segunda mão e tinha o nome em Catalão. Perguntei então, com certeza que ia obter a resposta esperada: “Qual é o nome do barco que o seu pai vendeu?”. Recebi com emoção a resposta: “Esplai, um Fast 36”. Gotcha!

Eu adoro o conceito de Serendipity. Quando acontece comigo eu me sinto mais sintonizado com a vida e o mundo.