Arquivo do mês: dezembro 2008

Retrospectiva 2008

Imitando a media resolvi fazer a minha própria retrospectiva. Para isso vou consultar este blog e minha memória e abranger somente a minha percepção do mundo através deste blog (Talvez mais alguma coisa).

Janeiro

  • Passei minhas férias em Aracaju e fiz uma viagem até Maragogi-AL levando o Butuca (Agora convertido num Laser Radial). Arranjei uma casa ótima para ficar lá e foi tudo ótimo. Foram comigo Iane, Mateus, Carolina e Iasmin. Todos gostaram. Mateus até aprendeu a montar o Laser e saiu sozinho para velejar nos ótimos ventos de Maragogi. (Gostaria de registrar mais coisas mas não estou achando minhas anotações detalhadas.)

Fevereiro

  • O Carnaval no Rio foi tranquilo no Leblon. Assisti o filme Buena Vista Social Club e gostei muito.

Março

Abril

  • Planejei, planejei mas falhei em realizar minha ida ao festival de jazz em Rio das Ostras.
  • Como eu gostaria de experimentar este doce viver no mar. Velejadores, esses “alienígenas”, moram em barcos “espartanamente” se formos comparar com as inúmeras necessidades dos “terráqueos”.
  • Achei uns textos que mostram como o ambiente ecológico, com os hábitos dos humanos incluídos, é complexo muito além do que podemos imaginar.

Maio

Junho

  • Assisti alguns filmes do Panorama do Cinema Francês: ‘O advogado do terror’; ‘Lady Jane’; ‘O escafandro e a borboleta’; ‘As Aventuras de Molière’.

Julho

Agosto

Setembro

Outubro

Novembro

  • Meu Palm pifou e migrei os dados para o Google Calendar.
  • Post crítico sobre saúde e medicina com informações surpreendentes sobre tratamento do coração e usos de estatinas, entre outras coisas.
  • Fiquei sócio do Flamengo para poder nadar e levar Iasmin que, por sinal, adorou.

Dezembro

Um fato desalentador é que velejei no Rio apenas duas vezes em 2008. Mas se for contar a quase uma semana de velejadas diárias nas férias, quando fui a Maragogi, o saldo melhora bastante.

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Refuerma ortografica? Soi contra…

Onde fica a “língua viva”? (Dúvida atroz: será que tem acento?)

Veja um trecho do texto no primeiro link:

No século XVIII, quando foi publicada na Espanha a primeira versão do dicionário da Real Academia de Madri, o rei de Portugal encarregou a Real Academia de Lisboa de fazer um dicionário português, para não ficarem nossos patrícios atrás dos vizinhos espanhóis. Os filólogos portugueses penaram durante muitos anos e, afinal, publicaram apenas o primeiro volume do dicionário, referente à letra A, desistindo do empreendimento porque, quando concluíram a redação, deram-se conta de que já haviam surgido muitas palavras novas iniciadas coma letra A, durante os muitos anos de seu intenso labor…
Esse fato cômico serviu a Alexandre Herculano para, em “Lendas e Narrativas”, referir-se a certo jumento que se pôs a azurrar, dizendo que ele “começou por onde, às vezes, academias acabam”. Aludia assim ao último verbete do dicionário inacabado, que era AZURRAR, sinônimo de zurrar…
– Acresce que a unificação do idioma no mundo inteiro, além de ser utópica e indesejável, é também perfeitamente desnecessária. O signatário deste trabalho trabalha com editoras brasileiras e portuguesas e pode atestar que qualquer brasileiro letrado, lendo um livro português, o entende perfeitamente, apesar de uma ou outra diferença semântica, ortográfica ou de sintaxe. E, em sentido recíproco, qualquer português letrado lê o que se publica no Brasil sem dificuldades. O mesmo vale para as outras nações lusófonas, com as particularidades de cada qual, regionalismos etc. A idéia, pois, de que a nova ortografia vai proporcionar um intercâmbio editorial muito mais intenso entre os vários países lusófonos, não procede. Ou melhor, é apenas pretexto a serviço de interesses econômicos de grandes editoras

Armando Alexandre dos Santos

Links relacionados:

Reveillon 2009 no mar de Copacabana

mslilia-2009

Einstein velejador

 

O veleiro, o olhar distante, os passeios solitários no outono, o relativo silêncio – é o paraiso.

Albert Einstein, 1939

Veja também Albert Einstein’s “Tümmler”.

Fonte: Revista Velejar, número 39, página 20.

 

Fortaleza de Santa Cruz

No dia 14/12/2008, domingo, fomos de bicicleta até a Fortaleza de Santa Cruz. Participaram do passeio eu, Mateus, Natacha e Leu. Mateus foi de Blitz dobrável e nós de Caloi 100. Abaixo as distâncias (na ida) e os tempos:

  • Saída do Leblon: 8:30
  • Metrô/Cantagalo – Carioca. (3,89km)
  • Chegada nas barcas/Praça XV: 10:00
  • Chegada nas barcas/Niterói: 10:15
  • Chegada de bicicleta em Jurujuba (passamos antes no MAM – Disco Voador): 11:40 (2,14km + 9,52km)
  • Chegada na fortaleza: 12:12 (2,27km)
  • Saída da fortaleza (após visita guiada de 45 min): 13:28
  • Chegada na praia de São Francisco: 14:07
  • Saída da praia de São Francisco (após almoçar no restaurante a kg Aspargos. Muito bom.): 14:45
  • Chegada na estação das barcas/Niterói: 16:07
  • Chegada na estação das barcas/Praça XV: 16:18
  • Chegada no Leblon (depois de passar na Pavelka e comprar duas tortas de massa folheada e uma crocante com doce de leite): 17:40

No final do dia dormi um pouco assistindo ‘O Rosto’, de Bergman.

Maçã podre

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O iMac apareceu com uma pequena linha vertical branca, aparentemente de um pixel de largura, próximo ao lado esquerdo da tela. Tentei alguns stuck pixel fixers na Web mas nada adiantou. Como eu temia o problema se alastrou e agora uma larga faixa branca divide o monitor. A garantia acabou em agosto.

Mercado São Pedro


Hoje fomos ao Mercado São Pedro, em Niterói. Eu, Iane, Iasmin, Mateus, Leu e Natacha (que chegou depois que terminou sua aula de inglês no Rio Sul).

Compramos cerca de 5kg de peixe. Comemos sardinhas no bar da Leda e depois almoçamos no Caneco Gelado do Mário (Rua Visconde de Uruguai, 288 – esquina com a rua Marquês de São Pedro).