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Regata Aratu-Maragogipe 2017 (48 anos)

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O Evento

Origem

A regata nasceu no ano de 1969 com a denominação de “Regata de São Bartolomeu”, em homenagem ao Santo padroeiro da cidade de Maragojipe. Nas primeiras edições do evento a grande maioria das embarcações participantes era composta pelos tradicionais saveiros, muito comuns e numerosos na época. Decorridos os anos, os modernos veleiros de Oceano passaram a ser os protagonistas, distribuídos em mais de vinte classes. Os tradicionais “Saveiros de Vela de Içar”, hoje em extinção, também dão grande beleza ao evento. Abertura Oficial O evento tem início no dia 25 de agosto, à noite, com uma grande Cerimônia de Abertura na qual reunirá autoridades governamentais, velejadores, imprensa, patrocinadores e convidados, na sede do Aratu Iate Clube. Público estimado em 1.200 pessoas.

A Competição

A competição será no sábado, dia 26 de agosto, com três largadas para as diversas classes inscritas, a partir das 10 horas da manhã, na raia montada entre o Farolete da Base Naval de Aratu e Ilha de Maré. A 48ª Regata Aratu-Maragojipe é uma realização do Aratu Iate Clube, em parceria com a Via Náutica Consultoria & Eventos, empresa coordenadora do evento. A expectativa é reunir cerca de 300 embarcações, entre veleiros de Oceano, saveiros e escunas a Vela. Participam mais de 1.500 tripulantes, o que faz dela um dos maiores eventos náuticos da América Latina. As inscrições são feitas exclusivamente pelo site www.aratumaragojipe.com.br. Belos posts e informações atualizadas também podem ser acessados na página do Facebook – Regata Aratu Maragojipe.

Bolsa de Tripulantes

A Regata Aratu-Maragojipe é uma competição democrática! Os interessados em acompanhar a prova, que não têm embarcação, podem participar do evento como tripulantes. Para isso, basta acessar o link da Bolsa de Tripulantes aqui no site e preencher um breve formulário com suas experiências a bordo. O que não vale é ficar de fora!

Ações Sócio-Ambientais

Preocupados com as questões ligadas à preservação ambiental, em particular com a escassez de água que assola boa parte do planeta, a Regata Aratu-Maragojipe, como um evento de grande visibilidade e de profunda ligação com a natureza, não poderia se esquivar da obrigação de colaborar na conscientização do uso racional da água. Dessa forma, lança em paralelo à realização do evento, a campanha “Quem é do mar sabe economizar”. Ter água limitada a bordo faz com que os velejadores criem automaticamente uma cultura de economia e uso racional da maior riqueza natural da humanidade. Tal comportamento acaba sendo levado para o seu dia a dia, para a sua casa, a sua família, o seu trabalho, tornando-se um importante multiplicador dessa prática salutar e necessária dentro da sociedade. A 48ª Regata Aratu-Maragojipe é uma das mensageiras e catalisadoras dessa positiva campanha.

Abre-alas da 48ª Aratu-Maragojipe terá presença de campeão mundial

O campeão mundial Bruno Jacob será o grande destaque do “Abre-Alas” da 48ª Regata Aratu-Maragojipe no próximo dia 26 de agosto, quando cerca de 100 jet skis farão, mais uma vez, uma participação especial no evento. A intenção da Organização da regata é chamar a atenção para o uso correto do equipamento. Todos os participantes estarão com adesivos trazendo a mensagem “Sou um piloto consciente, seja também!”

Grandes nomes do Iatismo

A Regata Aratu-Maragojipe é também conhecida por atrair grandes nomes do Iatismo mundial, como Torben Grael e Lars Grael. Torben, juntamente com sua família, competiu em 2010 a bordo de um Saveiro Vela de Içar e ficou encantado com a beleza do evento. Já Lars Grael participou de diversas edições. Em 2014, Lars Grael fez questão de competir em seu próprio veleiro, o Tangará II, sagrando-se campeão em sua classe. Em diversas oportunidades, inclusive em praça pública, utilizando os microfones no momento de receber o seu prêmio, declarou que a Regata Aratu-Maragojipe é uma das melhores regatas do mundo!

Percurso Ímpar

A Regata Aratu-Maragojipe tem uma grande e marcante particularidade. É uma competição de mar e rio. Metade do percurso nas águas da bela Baía de Todos os Santos, a outra dentro das águas do Rio Paraguaçu, de muitas lendas, mas também muitos fatos históricos, como as batalhas pela Independência da Bahia. Quem participa desta regata não esquece a beleza das paisagens, das construções seculares, das ilhas e farta vegetação, do vento constante e temperatura agradável, das águas calmas do Rio Paraguaçu, do entardecer calmo na enseada do Rio Guaí, tendo a cidade de Maragojipe como pano de fundo.

Premiação

Com a chegada dos velejadores em Maragojipe a festa está completa! A cidade celebra o seu santo padroeiro, São Bartolomeu, e durante todo o mês de agosto permanece em clima de euforia. A regata oferece um jantar aos participantes até às 21h e logo em seguida inicia-se a Cerimônia de Premiação nas proximidades do cais de Maragojipe, com muita alegria, comemoração e sensação de dever cumprido. Encerrada a premiação, os velejadores seguem para a praça central da cidade para juntar-se ao grande público a fim de prestigiarem as apresentações de grandes nomes da música baiana e brasileira em um palco montado ao lado da Igreja Matriz. Os velejadores pernoitam em seus barcos e no domingo tem o seu retorno livre para Salvador.

Contatos: Via Náutica Consultoria & Eventos

Marcelo Fróes | (71) 99912-4126 | vianautica.nautica@yahoo.com.br

PROGRAMAÇÃO | 48ª REGATA ARATU MARAGOJIPE

CERIMÔNIA DE ABERTURA

Dia 25 de Agosto – Sexta-Feira
Local: Sede do Aratu Iate Clube
18h30 – Apresentação da Banda “Terra Brasilis”, com o melhor do samba tradicional.
19h00 – Reunião de Comandantes – Aspectos técnicos da competição com o Gerente Técnico da Regata, André Costa.
20h30 – Abertura Oficial com a presença de autoridades, patrocinadores, Imprensa e comunidade náutica.
21h30 – Show Musical com a banda “Estakazero Acústico”, com Léo Macedo.
00h00 – Encerramento

COMPETIÇÃO

Dia 26 de Agosto – Sábado
Largadas
Vide Aviso de Regata e Instruções de Regata para maiores detalhes sobre Classes x Largadas.

CHEGADA EM MARAGOJIPE

Dia 26 de Agosto – Sábado
18h00 – Fechamento da raia
18h00 às 21h00 – Jantar para Velejadores (Antigo Mercado Municipal), em frente ao píer. (Apresentação obrigatória do cupom de acesso ao local do jantar, entregues juntamente com o kit para as embarcações inscritas).
21h30 – Cerimônia e Premiação
22h30 – Encerramento

FESTA DE SÃO BARTOLOMEU

Após o encerramento da premiação, os velejadores estão convidados a assistir os shows que acontecem na praça principal de Maragojipe, parte alta da cidade, cerca de 1,5 km do local da premiação.
Maiores informações entrar em contato com o Aratu Iate Clube (71) 3216-7444 / aratuclube@uol.com.br ou com a Via Náutica Consultoria & Eventos (71) 9.912-4126 / vianautica.nautica@yahoo.com.br

Minitransats inscritos:

  1. 042 MARATU BARRETO DOREA
  2. 055 VMAX-5 SERGIO VINICIUS
  3. 056 NINA KAN CHUH
  4. 057 DAWN I FRANCISCO ARY
  5. 068 VMAX-6 KARINA SANTOS

Nota: Os minitransats largam no Grupo 2 às 10:30.

[Atualização]

Em razão do pesar pelas vítimas de Mar Grande a regata foi adiada.

Veja abaixo a nova programação:

08/09/17 – Sexta feira 19:00 horas Reunião de comandantes – Aratu Iate Clube

09/09/17 – Sábado

  • 10:00 horas Largada do Grupo 1
  • 10:30 horas Largada do Grupo 2
  • 10:45 horas Largada do Grupo 3

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Google, um gigante golpeado

Google, um gigante golpeado

por Carlos Drummond publicado 21/07/2017 00h30, última modificação 20/07/2017 17h41

A Comissão Europeia aplica multa bilionária ao Google e traz alento a concorrentes prejudicados no Brasil

Google

Poucas multinacionais são donas da internet, o que significa riscos para os indivíduos

 

A multa recorde de 2,4 bilhões de euros aplicada pela Comissão Europeia ao Google no mês passado alimentou esperanças de alguma contenção, pela esfera pública, do poder dos monopólios globais que, no caso das empresas da internet, gera para a sociedade efeitos negativos muito além da economia e do consumo.

A punição foi aplicada por abuso da posição dominante do Google no mercado de mecanismos de busca, ao dar vantagem ilegal ao seu próprio serviço de comparação dos preços informados nos anúncios divulgados na internet, justificou a Comissão. Mais de 90% da receita da companhia provém de anúncios.

Caso o Google não interrompa a prática até setembro, receberá multa diária em valor correspondente a 5% do faturamento mundial da empresa-mãe, a Alphabet, que atingiu 26 bilhões de dólares no último trimestre do ano passado.

Desde o início dos abusos, diz o relatório da Comissão, o serviço de comparação de preços do Google conseguiu aumentar seu volume de tráfego 45 vezes no Reino Unido, 35 na Alemanha, 19 na França, 29 nos Países Baixos, 17 na Espanha e 14 na Itália. As práticas ilegais provocaram baixas súbitas do tráfego para sites concorrentes, de 85% no Reino Unido, 92% na Alemanha e 80% na França.

Não foi falha ou desleixo, mas um efeito planejado, dizem especialistas. “As pesquisas do Google não foram projetadas para fornecer os resultados mais relevantes e os melhores preços aos consumidores, mas para ele próprio ganhar mais dinheiro. Os consumidores ficam sujeitos a uma escolha reduzida de bens e serviços e, em última análise, pagam preços mais elevados do que se os resultados das buscas para compras oferecessem de fato as melhores opções”, sintetizou o FairSearch, grupo de empresas e entidades dedicadas à defesa da concorrência na busca online, a propósito da multa aplicada pela Comissão Europeia.

O Google teria abusado de sua posição dominante também nos mercados do seu sistema operacional Android, para dispositivos móveis, e do serviço próprio AdSense, que permite aos sites publicar anúncios segmentados. Os dois casos, o primeiro deles denunciado pelo FairSearch, estão sob investigação pela Comissão Europeia.

A decisão da Comissão deu novo alento a sites brasileiros e empresas que lutam no Conselho Administrativo de Defesa Econômica contra o que consideram abusos de poder do gigante da internet no País. A E-Commerce, detentora dos sites Buscapé e Bondfaro, apresentou ao Cade duas denúncias contra o Google. Em 2013, acusou-o de “raspagem” de conteúdo do Buscapé e sua apresentação no Google Shopping americano, prática conhecida como scraping. A companhia disse que isso ocorreu apenas uma vez e se deveu a um erro.

Em 2014, a E-Commerce alegou que o Google Shopping beneficiava o próprio site, em detrimento dos demais comparadores de preço, por meio do posicionamento privilegiado na modalidade chamada de “busca orgânica” e ainda com a apresentação do respectivo link na busca patrocinada, com fotos e em posição de destaque. As denúncias geraram processos em andamento no Conselho.

Outra denúncia foi encaminhada no ano passado ao Cade pela Yelp, empresa com site e aplicativos dedicados à avaliação de estabelecimentos comerciais sediada nos Estados Unidos. O Google estaria utilizando seu poder de mercado para favorecer o próprio mecanismo de buscas locais na internet por informações específicas sobre estabelecimentos no Brasil. Um processo foi aberto no órgão de defesa econômica.

O Google é objeto ainda de um inquérito do Cade instaurado em 2013, a partir de uma denúncia da Microsoft de imposição de restrições à operação entre plataformas de busca patrocinada pela interface AdWords. O resultado seria a criação de dificuldades para a realização do multihoming ou veiculação e gestão de campanhas de busca daquele tipo em mais de uma plataforma.
Lá e cá, o modo de operação é o mesmo.

“As práticas investigadas no Brasil possuem semelhanças com condutas do Google sob exame em outros países, embora em cada local os casos tenham suas particularidades. O exame dos processos, bem como as decisões proferidas sobre eles, é independente. No entanto, o andamento das investigações conduzidas por autoridades de outras jurisdições pode servir de subsídio à análise realizada pelo Cade”, informou à CartaCapital aquela autarquia, vinculada ao Ministério da Justiça.

A punição do órgão executivo da União Europeia ao Google amplia a perspectiva de alguma contenção do poder dos monopólios globais

Assegurar a concorrência em benefício do consumidor é importante, mas há um grande número de outros direitos violados. “A atenção de organismos europeus para a proteção da concorrência em ações de uso de poder dominante para autofavorecimento não se restringe ao comércio online. Há também posicionamentos acerca da coleta de dados pessoais”, sublinha Marina Pita, coordenadora do Coletivo Intervozes, parceiro de CartaCapital.A agência alemã antitruste, diz, investiga se a maior rede social do mundo, o Facebook, abusa de sua dominância, forçando os usuários a aceitar termos injustos acerca da utilização de dados pessoais.

Vários levantamentos mostram um grau de concentração da propriedade igual ou superior ao existente na mídia tradicional, reconhecido como elevado. Quanto mais rápido a sociedade se desvencilhar das ilusões de liberdade na internet e olhá-la com espírito crítico, portanto, melhor para ela. Christian Krell, diretor da Friedrich Ebert Foundation, da Alemanha, resume a situação nesta autocrítica: “Tivemos sonhos de que todos pudessem se informar de forma mais rápida e barata sobre tudo o que nos afeta.

E que pudessem compartilhar sua visão das coisas com os outros. O resultado foi um algoritmo do Facebook que usa cerca de 100 mil indicadores para escolher o que lemos com uma precisão espantosa, individualmente orientada para cada pessoa e seus pontos de vista, ao mesmo tempo que os reforça. Sem o menor vestígio de discussões ou debates mútuos sobre questões de interesse coletivo”.

O pesquisador recorre a um exemplo específico para reforçar seu argumento: “Quando a busca de nomes afro-americanos provoca o surgimento, na tela, de propaganda de agências de proteção ao crédito que fornecem informações sobre infratores, esse padrão é baseado em julgamentos de valor incorporados em uma lógica racista, segundo a qual afro-americanos são considerados com maior frequência criminosos”.

Krell propõe estabelecer uma dimensão ética para a internet, mas é necessário saber quem deverá defini-la. A autorregulação não é solução, por se tratar de um oximoro, conforme alertou o economista Joseph Stiglitz. A impossibilidade de as empresas vigiarem a si próprias, sublinhada pelo Nobel de Economia, é demonstrada todos os dias com revelações de práticas corporativas ilegais, não só contra os consumidores, mas em prejuízo também dos cofres públicos, a exemplo da sonegação sistemática.

Na especialidade de tungar governos e contribuintes, os gigantes da internet são insuperáveis, mostrou o economista Gabriel Zucman, em levantamento abrangente sobre a utilização dos paraísos fiscais. “Os grandes países europeus e os Estados Unidos, onde os reis da sonegação – os Googles, Apples e Amazons – produzem e vendem a maior parte dos seus produtos e serviços, mas com frequência pagam poucos impostos, são os maiores prejudicados.

Grande parte do lucro do Google, que é transferido para as Bermudas, é ganha na Europa; na ausência de paraísos fiscais, essa empresa pagaria mais impostos na França e na Alemanha”, denuncia Zucman.

O controle público esbarra em barreiras nacionais, enquanto as múltis da internet contam com ampla liberdade de articulação transnacional. “Tanto a infraestrutura de rede como os serviços oferecidos e os estoques de dados gerados são, sobretudo, propriedade privada de algumas empresas multinacionais. Essa estrutura faz a digitalização moldar toda a nossa vida e a torna altamente vulnerável”, alerta Krell.

Enquanto, na Europa, instituições e fóruns diversos enfrentam os monopólios, no Brasil, o governo paralisou o funcionamento do Comitê Gestor da Internet, considerado referência internacional na governança multissetorial da rede, denuncia o Intervozes. Composto de representantes do governo, do setor privado, da sociedade civil e de especialistas técnicos e acadêmicos, coordena a atribuição de endereços ou protocolos (os IPs) e o registro de nomes de domínios com o sufixo “br”. Além disso, estabelece diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da rede no Brasil, como estabelecido no Marco Civil da Internet e em seu decreto regulamentador.

O órgão corre, entretanto, risco de desmonte, pois há mais de um mês o governo segura a edição de uma portaria interministerial de nomeação dos novos integrantes do CGI e resolveu paralisar as atividades do órgão, enquanto as designações não saírem.

Resultado, na avaliação do Intervozes, do incômodo de determinados setores, notadamente os operadores privados e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com as ações do Comitê Gestor, contrário ao estabelecimento de franquia de dados na internet fixa e defensor da neutralidade de rede, rejeitada pelas empresas de telecomunicações atuantes no setor, empenhadas na adoção de modelos de negócio mais lucrativos à custa de prejuízos para os usuários.

Carta Capital

Belchior

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O cantor e compositor Belchior, expoente da música popular brasileira por suas letras contestatórias, melancólicas e irônicas, morreu neste sábado aos 70 anos.

[…]

O compositor, autor de sucessos como Medo de avião, Velha roupa colorida e Apenas um rapaz latino-americanoteve o auge da carreira nos anos 70, com discos próprios e gravações de intérpretes como Elis Regina, que transformou Como nosso pais, composta pelo cearense, em hino de uma época. Em 1976 gravaria o disco Alucinação,que o consolidaria no cenário musical nacional, ao lado de outros músicos conhecidos como “pessoal do Ceará”. “Belchior trancou a matrícula no curso de medicina e se mandou, cantou na ‘barra pesada’ e venceu com Hora do almoço um festival universitário de âmbito nacional.

El País

In Memoriam – Lynn Margulis e a mitocôndria

Uma das descobertas mais fascinantes da biologia foi sobre a origem das mitocôndrias. Pela Margulis, que morreu hem 22 de novembro passado e foi esposa de Carl Sagan.

Halvening do BitCoin

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Ver

Bitcoin dispara

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Estava curioso sobre o que aconteceria com a cotação do bitcoin perto do reward halving. Parecendo que está começando a responder à proximidade do halving mas outras variáveis podem estar influenciando. Segundo o artigo 5 Factors Experts Say Drove Bitcoin’s Rise to $700 a possível saída da Grã Bretanha da União Européia é um dos fatores. O fator citado como “otimismo em relação às tecnologias do blockchain” foi o que mais me deixou esperançoso de uma revolução planetária do modo de viver em direção a uma descentralização e falência do paradigma hierárquico nas relações humanas. Como queriam os cipherpunks.

72 horas sem Whatsapp

De novo!