Arquivo do mês: junho 2007

Dançarina

Ontem fomos todos ao Ráscal que fica no no Shoping Leblon. Ao irmos embora passamos no local onde, num palco, músicos tocavam chorinhos, como acontece todas às quintas às 20h. Já estavam quase encerrando. Iasmin foi se aproximando e deu aquele sorriso traquina de descoberta do mundo. Começou a dançar e sorrir com alegria para todos os lados. Foi logo conquistando os olhares, tirou fotos e, no final, recebeu cumprimentos de várias pessoas com ´fofinha´ e etc. Iasmin dança para quase tudo: ao toque do celular, para o barulho do liquidificador, funk e até quando cantamos canção de ninar fica meneando no colo mesmo.

Todas as mulheres do mundo II

Ontem fui à Estação Laura Alvim com Mateus para assistir ao filme ‘Todas as mulheres do mundo’. A programação não estava conforme a informação que recebi por email. Acabei assistindo ao filme ‘O despertar de uma paixão‘ para não perder a viagem. Hoje recebi um novo email prevendo uma sessão com o filme desejado para o próximo domingo (01/07/2007).

Todas as mulheres do mundo

O filme ‘Todas as mulheres do mundo‘ passa hoje em sessão na Estação Laura Alvim. Não quero perder a oportunidade de rever esse filme que me deixou em estado de graça ao assisti-lo nos anos 70 em Niterói (acho que foi no cinema da UFF). Leila Diniz e Paulo José estão maravilhosos nessa produção cinematográfica de Domingos de Oliveira inspirada na biografia da musa da Banda de Ipanema. Leila é a própria bacante. Uma Dioniso de saias.

A mulher que escreveu a Bíblia

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Certa época resolvi comprar alguns exemplares da coleção ‘Grandes Escritores da Atualidade’. Alguns livros nem li. Li ‘A Carta Esférica’ e gostei apenas de algumas informações sobre náutica mas achei o estilo do autor um pouco forçado. Fiquei com a impressão de que os títulos escolhidos eram encalhes que estavam sendo desovados. Parei de comprar. Mas um dos títulos me encantou e a todos que empresto gostam muito. É ‘A mulher que escreveu a Bíblia’, de Moacyr Scliar. Estou relendo desde ontem e já estou na página 100. Scliar teve como um dos objetivos nesta obra, além de desenvolver irônicamente a conjectura de Harold Bloom, facilitar a leitura ao máximo. E conseguiu.

Na primeira leitura que fiz me impressionou e entusiasmou a fluência do texto. Nessa segunda leitura já observei que algumas idas ao dicionário poderiam ser necessárias aos mais rigorosos embora perfeitamente dispensáveis pela irrelevância de conhecer todos os termos com exatidão já que o contexto muito poderoso desse livro, que leva à leitura fluente e ansiosa, não deixa espaço para tais incursões ao léxico. Chama a atenção também a linguagem ‘moderna’ da personagem que narra a sua ‘vida passada’ o que representa uma ironia e constatação que as histórias sobre vidas passadas são projeções do presente na liberdade criativa possibilitada pelo ‘passado’ insondável e não registrado. A ficção científica cria na mesma liberdade, só que em relação ao futuro. Futuro e passado são interpretações de interpretações. Nem mesmo o presente pode escapar, na sua fugacidade, das interpretações e da criatividade que são aplicadas ao futuro e ao passado. Basta entrar em contato com o noticiário que pressupõe fatos mas deixa entrever miríades de interpretações e visões de quem escreve e de quem lê.

Veja alguns artigos (e um vídeo) na Internet que falam de Scliar e do livro:

Anima Mundi 2007 – Programação

Estou me preparando para aproveitar a Anima Mundi 2007. Comecei a elaborar uma planilha para conciliar meus horários nos fins de semana e durante a semana quando só poderei assistir às sessões após às 17:00 h.

No link Programação da Anima Mundi 2007 você pode obter o arquivo com a planilha (abra o mesmo com a Excel e não com o Acrobat Reader) .

Tortura Moderna

“Tenta sim. Vai ficar lindo.”
Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. (…)

Tortura Moderna.

Blogs que fazem rir

Só citando:
Blogs que fazem rir.