Arquivo do mês: novembro 2009

Primeiro navio vertical do mundo explorará o fundo do mar

Um arquiteto francês apresentou publicamente o protótipo do que deve ser o primeiro navio vertical do mundo e que deve possibilitar ao homem uma nova maneira de explorar o fundo do mar. Jacques Rougerie, de 64 anos, diz que sua invenção, uma estação oceanográfica batizada de SeaOrbiter, será realidade “em um futuro próximo”.

Ele afirma já ter metade dos 35 milhões de euros necessários para a construção da estrutura, que, ao contrário das atuais estações submarinas, será móvel e poderá navegar pelos oceanos.

“Atualmente, os oceanógrafos só podem mergulhar por curtos períodos de tempo e depois têm de ser trazidos para a superfície. É como se fossem levados para a Amazônia e depois tirados de lá em um espaço de uma hora”, comparou. “O SeaOrbiter vai oferecer uma presença móvel permanente com uma janela para tudo o que está abaixo da superfície do mar.”

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4130141-EI238,00-Primeiro+navio+vertical+do+mundo+explorara+o+fundo+do+mar.html

Boiando num Trindade

Velejei eu e Paulo Cézar, um colega de trabalho, no sábado passado. Alugamos um Trindade na Ocean Blue. Paulo tinha experiência com Windsurf  e pegou fácil as manobras com o barco. Foi minha primeira vez com um Trindade e não tive mais dificuldade do que com o Dingue (antes velejava com Laser). Montar também não foi difícil.

Perto do meio-dia o vento caiu e ficamos boiando em frente às praias de Adão e Eva. Assim que deu voltamos para a enseada de Botafogo. Lá entrou um brisa legal e as coisas melhoraram.

Eu estava bem cansado da noitada anterior porque cheguei tarde em casa vindo do encontro dos ex-UFF de Engenharia Elétrica em Charitas (Paludo Gourmet). Deitei no fundo do barco e cochilei uns minutos.

Por falar em fundo do barco o Trindade tem 4 metros, é menor que o Dingue, mas tem um cockpit que me pareceu enorme. Nas cambadas era uma travessia que fazíamos para chegar do outro lado e sentar de novo na borda. O Trindade é pequeno por fora e grande por dentro. A geladeira é bem menor que a do Dingue da Holos. Ele singrou bem com o vento fraco (o Windguru previa 6 nós) e talvez seja bem rápido com ventos maiores. Nas condições que enfrentamos mostrou-se um barco seco. Tanto que não troquei de roupa quando voltei de carro para casa. Na loja (o dono, Alix, está no projeto do barco) me mostraram um motor Mercury de 3 HP que já foi usado no barco. O espelho de popa já está preparado para receber o motor não precisando de nenhuma peça adicional.

Levei o GPS veicular e registrei o trajeto. Depois vou colocar no Google Earth e aqui.

Minitransat

 

 

 

Montando o Butuca na praia do Saco

Meu filho filmou a montagem do Laser e colocou no YouTube. Tinha me esquecido.

Veja as outras partes lá no YouTube.

Menina maluquinha e a babá eletrônica

Minha neta aprontou. A mãe, para que ela não perturbasse o juízo, deixou ela vendo desenhos animados no seu netbook. Daqui a pouco vem ela correndo dizendo que o computador não estava funcionando. É que ela tinha arrancado algumas teclas. Lembrei da história da babá eletrônica, apelido da TV, usada para aquietar os pequeninos. A babá eletrônica de hoje parece ser o computador. Só esquecem que ele convida à interação. Coloquei um vídeo em Boa Menina que serve para ilustrar o desespero da mãe.

O Alienista no Teatro Glauce Rocha

Fui hoje ver a peça O Alienista (basead no conto O Alienista) no horário do almoço. Os preços são populares (R$ 10,00). Se você guardar o canhoto do ingresso ainda vai pagar 50% nas próximas vezes.

O meu canhoto eu dei para alguém que “prometeu” que iria. Achei que seria uma forma de colaborar com essa iniciativa de “ocupação” do teatro do projeto “Pequeno Gesto no Glauce”.

O teatro andou fechado para reforma durante cerca de dois anos e as pessoas se esqueceram dele.

O conto no qual se baseia a peça é um dos meus preferidos do Machado. Vendo a peça me veio a idéia de que Machado é uma espécie de pré-Foucault. O ator (Gustavo Ottoni), que também concebeu a peça, foi muito competente na sua interpretação.

Para colaborar mais um pouco pretendo me esforçar para assistir mais apresentações e coloco aqui a programação que tirei do jornal que estão distribuindo na porta do teatro. Também distribuí o jornal na empresa.

Para ler outras obras do “bruxo do Cosme Velho” veja:

Programação:

  • Quinta-feira, 26/11/2009
  • 19:00, Isopor
  • Sexta-feira, 27/11/2009
  • 12:00, O Alienista
  • 19:00, Valsa
  • 20:00, Lançamento Folhetim
  • Sábado, 28/11/2009
  • 14:00, Oficina
  • 19:00, Valsa
  • Domingo, 29/11/2009
  • 14:00, Oficina
  • 19:00, Valsa
  • Quarta, 2/12/2009
  • 19:00, Música
  • Quinta-feira, 3/12/2009
  • 12:00, O Alienista
  • 19:00, Isopor
  • Sexta-feira, 4/12/2009
  • 12:00, O Alienista
  • 19:00, Valsa
  • Sábado, 5/12/2009
  • 14:00, Oficina
  • 19:00, Valsa
  • Domingo, 6/12/2009
  • 14:00, Oficina
  • 19:00, Valsa
  • Quarta, 9/12/2009
  • 19:00, Música
  • Quinta, 10/12/2009
  • 12:00, O Alienista
  • 19:00, Isopor (Fui ver. Gostei bastante. As três atrizes eram muito boas comediantes. Havia um anão — o  Zangado da Branca de Neve — que era o xodó da ‘frodita’ — hermafrodita. Diante de umas alusão à frase: “Somente quem tem o caos dentro de si pode dar à luz uma estrela bailarina.” [Nietzsche] imaginei que o anão podia ser também uma alusão ao anão de Zaratrustra e o retorno que acontece, mas não “o eterno retorno do mesmo” nietzschiano, também. Pode ser uma viagem minha tudo isso.)
  • Sexta, 11/12/2009
  • 12:00, O Alienista
  • 19:00, Valsa
  • Sábado, 12/12/2009
  • 14:00, Oficina
  • 19:00, Valsa
  • Domingo, 13/12/2009
  • 14:00, Oficina
  • 19:00, Valsa
  • Quarta, 16/12/2009
  • 19:00, Além as estrelas
  • Quinta, 17/12/2009
  • 12:00, O Alienista
  • 19:00, Além as estrelas
  • Sexta, 18/12/2009
  • 12:00, O Alienista
  • 19:00, Valsa
  • Sábado, 19/12/2009
  • 19:00, Valsa
  • Domingo, 20/12/2009
  • 19:00, Valsa

Endereço do Teatro Glauce Rocha:

Av. Rio Branco, 179 – Centro – Rio de Janeiro

(Em frente à saída da estação Carioca do metrô e do edifício Avenida Central)

As cidades desenhadas

Fonte: as cidades desenhadas