Minha história na Vela

Comecei com uma prancha à vela (windsurf), uma prancha Caribe da Latorche, que não tenho mais, nas proximidades do novo shopping center Riomar (Exibir mapa ampliado) que estava sendo construído em Aracaju. Era uma prancha muito estável e consegui me equilibrar nela logo no primeiro dia de uso. Já dar o bordo com elegância levou mais um tempo e exigiu muita insistência. Levava essa prancha para quase todo lugar. Uma das razões de ter escolhido o windsurf era a facilidade de colocar em cima do carro e botar o pé na estrada. Passei agradabílissimas férias em Barra de São Miguel, Alagoas, onde velejava protegido pelos arrecifes ou então no rio próximo da praia do Gunga. Depois comecei a velejar mais no Rio Sergipe. Como na época trabalhava em turnos de 6 horas, no horário da 7 as 13h, velejava várias tardes por semana. Com mais experiência, e um pouco desanimado com a poluição do Rio Sergipe comecei a experimentar velejar na foz do Rio Real, na divisa entre Sergipe e Bahia, indo da praia do Saco/SE até Mangue Seco/BA.

Em um feriado em que fomos passar uns dias no Hotel Mediterranée de Itaparica, fiz o primeiro contato imediato com um Laser. Adorei a experiência. Mais adiante comprei um Laser (o Butuca) que era da minha sobrinha e estava em Angra dos Reis. Aprendi velejar no Laser sem recorrer a instrutores. Apenas aprendi a montá-lo e corri para velejar na praia do Saco, o que fiz até recentemente (Veja o post a respeito). Já velejei com o Laser também no reservatório da hidroelétrica de Paulo Afonso com uns amigos do trabalho. Na época fiquei impressionado com a intensidade dos ventos lá. Eu praticamente não conseguia velejar sem a ajuda do contrapeso do proeiro (embora o Laser não precise de proeiro já que é um monotipo para um só tripulante).

Para ver os posts onde registrei algumas velejadas recentes clique na tag Vela.

Há pouco tempo atrás fui na feira da Rio Boat para ver principalmente os veleiros de oceano. Lá a C&L Vela estava ofertando passeios de Laser, Dingue e num Delta 23. Andei de Dingue e no veleiro de oceano (meu sonho é ter um e fazer cruzeiros). Conversando com uma pessoa que estava levando o pessoal num bote até os veleiros fiquei sabendo que minha experiência com o Laser me habilitava com facilidade para conduzir um Dingue, o que constatei durante o passeio.

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2 Respostas para “Minha história na Vela

  1. Francisco, belo blog. Um abraço, e venha velejar conosco. Luís.

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