Arquivo do mês: abril 2008

Un éléphant ça trompe énormément II

Um filme que gostei muito. Ainda estou procurando para assistir de novo. Ver post anterior.

BeetleJuice

Um dos filmes que sempre gosto de rever.

Smalltalk em *batteries not included

O blog de Daniel Martins, além da abordagem agradável de outros assuntos, é também uma excelente fonte de esclarecimentos sobre Smalltalk, Squeak, Seaside e Magritte.

Ah, o filme também é bacana.

Smalltalk Quine

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Um quine em Smalltalk:

| prog quote |
quote := Character value: 39.
prog := '| prog quote |
quote := Character value: 39.
prog := .
Transcript show: (prog copyFrom: 1 to: 53).
Transcript show: quote asString; show: prog; show: quote asString.
Transcript show: (prog copyFrom: 54 to: 212).
'.
Transcript show: (prog copyFrom: 1 to: 53).
Transcript show: quote asString; show: prog; show: quote asString.
Transcript show: (prog copyFrom: 54 to: 212).

Fonte: http://www.nyx.net/~gthompso/self_smalltalk.txt

Links relacionados:

Seaside reference

  • Seaside dandelionOutput
  • Dandelion
  • Dandelion is a generic Smalltalk code analysis/output framework. You can analyze your code and output the information in various formats (currently HTML, SMIX, Petal, XMI).Dandelion looks like a “doclet” in Smalltalk. And the impression is 80% right. However, I believe Dandelion has more flexibility. You can customize not only outputting format, but also analysis policy(what/how code elements will be analyzed) and analyzed information storage(how the analysis information is stored).

O petróleo que comemos

Achei, por acaso, uma tradução do artigo The oil we eat: Following the food chain back to Iraq de Richard Manning, autor do livro Against The Grain: How Agriculture Has Hijacked Civilization, muito interessante nas suas análises sobre o balanço energético mundial. Veja um trecho abaixo:

Os comedores de verduras, especialmente os vegetarianos, advogam comerem da parte baixa da cadeia alimentar, uma simples questão de fluxo de energia. Comer uma cenoura dá àquele que a ingere toda a energia da cenoura, mas alimentar uma galinha com cenouras e então comer a galinha reduz a energia num factor de dez. A galinha desperdiça alguma energia, armazena alguma como penas, ossos e outras coisas incomestíveis, e utiliza a maior parte dela apenas para viver o tempo suficiente até ser comida. Como uma regra prática, aquele factor de dez aplica-se a cada nível da cadeia alimentar, razão porque alguns peixes, tal como o atum, podem ser um horror nisto tudo. O atum é um predador secundário, significando isto que não só não come plantas como come outros peixes que eles próprios comem outros peixes, acrescentando um zero ao multiplicador a cada passo, facilmente uma centena de vezes, mais provavelmente um milhar de vezes menos eficiente do que comer uma planta.

Isto está muito bem na medida em que funcionar, mas o caso dos vegetarianos pode ser decomposto em alguns pormenores. Em questões de moral, os vegetarianos afirmam que os seus hábitos são mais benévolos para com os animais, embora seja difícil ver como exterminar 99 por cento do habitat da vida selvagem, como a agricultura fez no Iowa, seja benévolo. No Michigan rural, por exemplo, os cultivadores de batatas têm uma táctica peculiar para tratar dos cervos predadores. Eles dão-lhes tiros na barriga com rifles de pequeno calibre, na esperança de que os cervos se arrastem para as florestas e morram num lugar onde não empestem os campos de batatas.

Fonte: O petróleo que comemos

Encontrando código no Squeak