Arquivo da categoria: Animação & Cinema

Anima Mundi 2016

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Locais:

Infelizmente variados motivos impediram que eu assistisse a qualquer filme neste Anima Mundi. Espero ainda ver o filme do Studio Ghibli no cinema.

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EL EMPLEO

Festival Varilux de Cinema Francês 2016

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http://variluxcinefrances.com/2016/

Só consegui assistir ABRIL E O MUNDO EXTRAORDINÁRIO. Fui de bicicleta no Cine Joia de Copacabana. O dia estava frio e acabei ficando um pouco adoentado. Com isso desisti de ir em outros dias. A sala estava com cheiro de fumaça de cigarro que me fazia tossir muito. Acho que vinha de fora. Parecia que o fog do carvão estava saindo da tela e me sufocando.

Anima Mundi 2015: 10 a 15 de julho no Rio

https://www.animamundi.com.br/

Fui ver no Odeon, 12:00 de 14/7/2015, o Panorama 1:

  1. Rái Sossaith – Jogador de futebol, Thomas Larson
  2. Rái Sossaith – Justino Virtuoso, Thomas Larson
  3. Rái Sossaith – Loleta, Thomas Larson
  4. Les Pécheresses, Gerlando Infuso
  5. Rainbow: A Story About Life, Eduardo Wahrhaftig
  6. Tempo Inverso, Gregorio
  7. Música Animada, Alfredo Borges Sertã
  8. A L I E N AT I ON, Laura Lehmus
  9. Sumer, Alvaro

Não gostei muito do Panorama 1. A ordem do mais interessante para o menos é a seguinte, IMHO:

  1. Tempo Inverso, Gregorio
  2. Les Pécheresses, Gerlando Infuso
  3. Sumer, Alvaro
  4. Rái Sossaith – Jogador de futebol, Thomas Larson
  5. Rái Sossaith – Justino Virtuoso, Thomas Larson
  6. Rái Sossaith – Loleta, Thomas Larson
  7. Rainbow: A Story About Life, Eduardo Wahrhaftig
  8. Música Animada, Alfredo Borges Sertã
  9. A L I E N AT I ON, Laura Lehmus

Dia 15 fui ver:

12:00

  1. Siembra, Edgar Alvarez
  2. Man on the Chair, Dahee Jeong
  3. Elmando, Anton Octavian
  4. Confessions, Philippe Carron
  5. Hora, Yoav Brill
  6. T.P., Bob Blevins/Bradly Werley

13:30

  1. Anima, Thomas Fayolle
  2. To Build a Fire, Olivier Vanden Bussche (Baseado em um conto de Jack London)
  3. Pombo Loves You, Steve Warne
  4. Electrofly, Natalia C. Alencar de Freitas
  5. Roommate Wanted – Dead or Alive, Lærke Elisabeth Kromann
  6. Afternoon Class, Oh Seo Ro
  7. Sea Child, Minha Kim
  8. The Old Story, Lee HanBit
  9. Social Animals, Anna Tímár, Panna Gyulai, Zoltán Koska, Flóra Buda, Enikõ Szász, Barbara Takács (Dormi neste)

Anima Mundi 2014: Rio de Janeiro 25 de julho a 3 de agosto

http://www.animamundi.com.br/

Curta Cinema 2013 de 1 a 7 de novembro

A cena para o curta-metragem brasileiro nunca esteve tão vibrante, nunca foi tão positiva e diversificada.

Há uma variada produção, e a classificação por gênero não se faz mais categórica e divisória no estilo de cada filme. Além disso, o curta não está mais restrito a ter seu reconhecimento na exibição em sala de cinema. As plataformas de exibição se tornaram múltiplas e inusitadas. O formato tanto é apreciado em uma sala escura como em galerias de arte, celular, televisão fechada, internet e até mesmo em fachadas de prédios ou monumentos. O curta é um formato libertário que vive em constante reinvenção.

Esta efervescência mostra a importância do curta na cadeia produtiva e criativa do audiovisual. O Curta Cinema sempre cumpriu seu papel de acompanhar e difundir o formato, reinventando formas, propostas, na intenção de explicitar a importância e o potencial de comunicação do curta-metragem. Um potencial que não deve ser subestimado. (…)

Fonte: http://curtacinema.com.br/2013/

Kiwi!

Não sei se você ao ver este vídeo acima foi tocado pela mesma tristeza que me acometeu ao vê-lo por minha vez.

Tristeza similar me adveio de saber mais sobre a geopolítica, esta teoria intrincada de estratégias para mapear o mundo segundo interesses hegemônicos, que busca suprir as necessidades dos vários países contendores no cenário internacional. Os entusiasmados conhecedores do assunto, apesar de também serem realistas, revelam o xadrez diplomático, de comércio e militar para se assenhorar do mundo. A guerra, onde a verdade é a primeira vítima, o emporcalhamento ambiental inexorável e toda esta dança do poder infelizmente, ou talvez por uma feliz lucidez, não conseguem me entusiasmar. Só consigo pensar que a civilização “sem asas” me lembra o kiwi da animação acima. Simula um triunfante e ao mesmo tempo desesperado vôo mas só pode obter uma lastimável queda…