Nietzsche e Sócrates

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Em todos os tempos, os homens mais sábios fizeram o mesmo julgamento da vida: ela não vale nada”

Nietzsche, O Crepúsculo dos Ídolos, O Problema de Sócrates, §1

‘Apenas por instinto’: com esta expressão tocamos o coração e o centro da tendência socrática. Com ela o socratismo condena tanto a arte vigente quanto a ética vigente: para onde dirige seu olhar inquisitor, lá ele vê a falta de entendimento e a força da ilusão, e conclui dessa falta que o que existe é intrinsecamente pervertido e repudiável: ele, sozinho, trazendo no rosto a expressão do desdém e da altivez, faz sua aparição como o precursor de um cultura, arte e moral de espécie totalmente outra”

Nietzsche, O Nascimento da Tragédia, §13

O ódio ao ‘mundo’, a maldição dos afetos, o medo à beleza e à sensualidade, um lado-de-lá inventado para difamar melhor o lado-de-cá, no fundo um anseio pelo nada, pelo fim, pelo repouso”

Nietzsche, O nascimento da Tragédia, prólogo, §5

via Nietzsche e Sócrates

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