Um marco?

fora temer museu de brasilia

Um anônimo escreve, mesmo sabendo que logo vai ser apagado do mundo físico, um “Fora Temer” no Museu Nacional em Brasília. É como se escrevesse um poema na areia próxima à rebentação não se importando que fosse efêmera a apreciação do mesmo. Mas no nosso mundo repleto de vigilância logo o feito se inscreve no “silício”, também areia de que são feitos os computadores, de forma mais ou menos perene.

O dilema básico do “Fora Temer” está configurado na pergunta “Dentro quem?” O aspecto reativo do movimento para encerrar o golpe esbarra na sua incapacidade de fazer o povo descortinar o que virá depois. Esta incapacidade de previsão espelha a incerteza de a quem vai aproveitar o resultado da cassação de Temer. Há muito há comentários sobre a articulação para defenestrar Temer estar ab ovo embutida no golpe.

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