Rio – Aracaju: um dia livre em Itacaré

Repito imagem da planilha com o plano de viagem abaixo.

escalas da viagem Rio - Aracaju em janeiro de 2017.png

 

 

Acordei de madrugada (3:30) e vi que chovia bastante. Olhei a previsão é vi que o sol voltaria pela manhã.

Kan Chuh disse que o barco estava praticamente montado na marina.

dawn-i-com-mastro-na-marina-aratu

Respondeu também desaconselhando a travessia pelo ferry Boat. É uma pena. É um trecho muito bonito passando pela Ilha de Itaparica. Mas no domingo anda demorando 3 h. Não vai dar para parar na Praia do Forte. Vamos direto para Aracaju. Imagem das novas escalas abaixo:

novas-escalas-da-viagem-rio-aracaju-em-janeiro-de-2017

Resolvemos até a Praia da Ribeira. 1 km mais ou menos. A pé.

Em vez de ir pela estrada entramos na Praia do Resende. Fomos margeando a rebentação e cruzando pelas pedras entre as praias

pousada-maresia-prainha

Na Ribeira Iane ficou na sombra de umas árvores. Tomamos uma Itaipava não muito gelada. Iane ficou enjoada no meio da cerveja. Tomei o resto.

Na rebentação um pequeno grupo de jovens pegava “jacaré” com um colchão de solteiro inflável da marca Intex.

Banhei-me um pouco. A água estava uma delícia.

Volta e meia alguém descia na “tirolesa”.

Tentamos uma trilha para a Prainha, que fica logo depois da Ribeira. No início da trilha um moleque resmungou que íamos nos perder. Iane comentou que uma placa, que eu não vi, falava isso. Não demos bola e fomos em frente procurar uma cachoeira. Uns surfistas nos seguiam pensando que conhecíamos o caminho. Falamos que não mas concordamos que devíamos seguir um riacho até a cachoeira, onde eu queria tirar a água salgada do corpo.

Logo depois fomos ultrapassados por um grupo de argentinos que seguia um guia. Seguimos o grupo um pouco. Mais adiante passamos pela cacheira que tinha um chuveiro com garrafa PET. Tomei um banho.

Passamos por uma barraca vendendo côco e outras coisas. Prometemos parar na volta. Mais adiante erramos a trilha e voltamos para a barraca de “Deus” (Jeová). Tomamos dois côcos ótimos. E batemos um papo com Jeová e um amigo dele.

Voltamos pela estrada para o hotel. Comprei duas garrafas de Minalba 1,5L com gás. Parei no restaurante onde anunciava Picanha na Lenha (Restaurante Panela de Barro). Prometi voltar lá para almoçar.

Fomos para o hotel tomar banho.

Almoçamos mesmo no Panela de Barro. Picanha na Lenha com feijão preto etc. Pedimos também aipim frito. Estava tudo muito bom.

A sorveteria próxima que normalmente abre 11:00 hoje abriu 17:00. O sorvete acabara e o dono foi fazer mais. Depois a funcionária descobriu que tinha algum e abriu. Tomamos sorvete.

Saímos para comer crepe e tomar suco. No Tio Gu Creperia.

Depois Iane foi comprar bijuterias no bancas nas calçadas.

O que vou dizer abaixo não aconteceu nesta viagem, mas em uma ida anterior à Itacaré. Daquela vez fizemos rafting e andamos numa tirolesa sobre um rio. Havia uma “pizza a metro” retangular que era uma delícia. Desapareceu. Soube, sem muita certeza, que a massa era a mesma de um pastel. Da outra vez não tive a impressão que me passou pela cabeça agora. De que Itacaré é um diversificado parque de diversões e, ao mesmo tempo, de uma beleza espalhada pelo seu litoral próximo à mata atlântica que convida à comtemplação e ao hedonismo relaxado na sua rebentação.

 

 

 

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