AquaRio

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Na entrada o que restou de uma jubarte paira sobre a multidão. O barulho dos entusiasmados comentários é ensurdecedor por todo o périplo.

As janelas dos vários aquários, inundadas de gente, mal podiam exibir suas belezas enclausuradas. Um polvo se esconde lépido do povo. Novas classificações surgem num arroubo “científico”. Nemos e Dorys são imediatamente identificados.

Uma arraia toda rendada se apressa em se enterrar na areia. Um peixe brincalhão, apesar de tudo, dava rasantes sobre o fundo de areia onde uma Margarida, uma fêmea de tubarão, rodava sem parar, placidamente, indiferentemente.

Uma experiência que poderia ser quase uma meditação se tornou um agitado circo. Apesar disto, a beleza venceu. Para sorte dos que dependem dela. Embora nós e o peixes preferíssemos estar longe, e não rodeados por este mar de gente.

No caminho em direção à saída, que desemboca estrategicamente numa loja de souvenirs, mais um surpreendente “aquário” com “peixes” de jalecos brancos fazendo uma “pesquisa” quando, mais honestamente, deveriam declarar que meramente controlavam a qualidade da água para que tudo ali não perecesse.

Fomos hoje visitar o aquário do Rio. Eu, Iane, Carolina, Iasmin, Natacha e Leif.

P.S.: Gostei mais do museu do “Rico”, onde havia uma coleção histórica de belas pranchas de surf.

Na volta olhar os painéis do Kobra foi uma boa experiência.

kobra

 

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Uma resposta para “AquaRio

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