Velejada no feriadão em abril de 2015

Mini
No dias 19, 20 e 21 velejamos com ventos razoáveis. Andamos no máximo a uns 7 nós. O motor de 4 tempos não nos deixou na mão e é uma maravilha não sentir o cheiro do óleo misturado na gasolina (no caso de motores de dois tempos).

Dormimos dois dias no barco (eu, Mateus e Natali).

Fomos até Botinas e vimos alguns peixes e duas tartarugas no nosso mergulho em apnéia. A subida no barco barco pela popa foi dolorosa para os pés que tiveram que se apoiar no cabo de 6 mm da âncora colocado a guisa de escada. Fiquei imaginando uma queda na água e a dificuldade de embarcar de novo sem ajuda. Simulei subir pela lateral mas minhas pernas eram arrastadas para debaixo do casco. Sem uma escada e nas condições atuais da minha tendinite nos ombros e preparo físico é inviável para mim subir pela popa.

mapa-ilhas-botinas

Ilhas Botinas

Um incidente na saída pelo canal de Bracuí quase foi jocoso se não fosse o relativo perigo de abalroamento. Uma lancha estava navegando lentamente para o meio do canal em flagrante rota de colisão conosco. Olhamos para o condutor esperando que ele, que estava de costas para nós falando no celular, se virasse e nos vendo corrigisse o rumo. Um de nós teve que assoviar para chamar a sua atenção. Ele se voltou e falou alguma coisa com um sorriso amarelo. Quando o ultrapassamos tive a ideia de olhar o nome da lancha. Tive que rir. O nome era bem apropriado: “La deriva”.

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