Montagem do mastro e primeira velejada do Dawn I

dawn1-sem-mastro

Dawn antes da colocação do mastro

Nos dias 27 e 28 foi montado o mastro do Dawn I. No dia 29 aconteceu a primeira velejada.

Saí com antecedência para pegar o técnico e um dos donos do estaleiro no Galeão. Gastei uma hora na Lagoa só para chegar na entrada do Rebouças. O voo estava previsto para chegar 20:00. Cheguei na hora.

Escolhi o estacionamento muito longe do local de desembarque. Tive que andar muito dentro do aeroporto e as esteiras rolantes estavam paradas.

Vi que o voo estava atrasado. Previsão para 21:00. Fui comer algo numa loja de queijos mineiros recém inaugurada. Ofereceram degustação de queijos e comprei um pacote de mussarela em tubinhos para comer na viagem até Bracuí.

Estava esperando a hora do voo atrasado quando recebi uma mensagem dizendo que o técnico já estava desembarcando. Depois soube que veio em outro voo direto e por isso chegara antes das 21:00.

Fomos para o estacionamento e já estava saindo mas tive que voltar porque esqueci de pagar a estada num quiosque dentro do aeroporto. Conseguimos sair 21:00.

A viagem de volta levou 3 horas ou um pouco mais. Fomos pela Avenida Brasil até pegar a Rio Santos. Chegamos mais meia-noite. Choveu a beça na estrada. A visibilidade estava horrível em alguns trechos.

Levei o técnico no hotel e fui para a marina dormir no barco. Antes fui tomar um banho quente para relaxar. Consegui dormir lá para as 2:00. Desta vez já tinha preparado o cabo de energia e dormi com o ventilador ligado para espantar os mosquitos.

No primeiro dia o mastro foi colocado no lugar e os brandais ajustados entre outras coisas.

Mastro a caminho da enora

Mastro a caminho da enora

Mastro no lugar

Mastro no lugar

Dawn I mastreado

Dawn I mastreado

No segundo dia mais ajustes e preparação para a velejada do sábado deixando todos os cabos no lugar e as vela com talas e enroladas em tubos.

Nos dois dias a chuva fina não deu trégua. No sábado parou de chover e o tempo melhorou. A velejada foi com muito pouco vento. Não passamos de 2 nós de velocidade nos melhores ventos. Milagrosamente conseguimos sair do cais na vela mesmo com vento quase nenhum. Alguém no cais gritou, admirado: “E eu que pensei que sabia velejar…” O barco ainda não tem motor. Usamos todas as velas e no final velejamos com a mestra e o balão, com a genoa baixada. Também aprendi um ditado: “Velejar com pouco vento é para quem sabe, com muito é para quem pode.”

Saindo no canal de Bracuí

Saindo no canal de Bracuí

Mestra e balão

Mestra e balão

A volta para o Galeão foi bem mais tranquila e chegamos bem antes do horário.

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