A rebelião das massas – parte 3

Posts com a tag black_bloc

Os textos abaixo são extratos incompletos do livro “Urgência da ruas”.

Segundo manifestantes, a forma descentralizada que se deu os eventos desarticulou a polícia, sempre acostumada a passeatas e concentrações num único local, onde ela apenas acompanhava e cercava a manifestação. Durante a fase de organização dos eventos a polícia londrina filmou os encontros dos grupos, os simpatizantes e até mesmo os shows para arrecadar fundos. Embora a polícia estivesse preocupada com os protestos, a forma de organização e articulação “fora dos padrões bolchevistas” (segundo palavras de uma participante) fez com que as tentativas de infiltração de policiais nos grupos fossem frustradas. Como resultado, a polícia não fazia idéia da dimensão que tomaria os eventos. O que obviamente não impediu os confrontos com a polícia e a violência dos defensores do capital.

ABANDONE O ATIVISMO

Um problema visível no dia de ação 18 de Junho foi a adoção de uma mentalidade ativista. Problema que se tomou particularmente óbvio com o 18 de junho precisamente porque as pessoas envolvidas na sua organização e as pessoas envolvidas no dia se esforçaram para superar essas limitações. Este artigo não pretende criticar ninguém envolvido em particular – mas é sim uma tentativa de estimular o pensamento sobre os desafios que nos confrontam se levarmos realmente a sério a nossa intenção de acabar com o modo de produção capitalista.

EXPERTS

Por “mentalidade ativista’ eu pretendo me referir àquelas pessoas que vêem a si mesmas primeiramente como ativistas e como pertencentes a uma comunidade maior de ativistas. O ativista se identifica com o que ele faz, e encara essa atividade como sendo sua função ou papel na vida, como um emprego ou carreira. Da mesma forma que algumas pessoas se identificam com seu trabalho de médico ou professor e, em vez desse trabalho ser encarado apenas como uma coisa que ocasionalmente elas estão fazendo, ele acaba se tornando uma parte essencial da sua auto-imagem.

O ativista é um especialista ou expert em mudança social. Conceber a si próprio como um ativista significa conceber a si mesmo como sendo alguma espécie de privilegiado, ou estando mais avançado do que outros na sua apreciação do que é necessário para a transformação social, no conhecimento de como alcançá-Ia, e como lider ou pessoa na linha de frente da luta concreta para criar essa transformação.

O ativismo, como todas as atividades de experts, baseia-se na divisão do trabalho – ele é uma tarefa especializada e separada. A divisão do trabalho é a base da sociedade de classe, sendo a divisão fundamental aquela entre o trabalho manual e o trabalho intelectual. A divisão do trabalho opera, por exemplo, na medicina e na educação – ao invés da cura e desenvolvimento das crianças serem de conhecimento comum e tarefas que todos participem, este conhecimento torna-se a propriedade especializada de médicos e professores -, formando experts nos quais devemos confiar para que façam as coisas para nós. Experts, de um modo ciumento, guardam e mistificam as habilidades que possuem. Mantém assim as pessoas separadas e sem poder, e reforçam a sociedade de classe hierárquica.

A divisão do trabalho implica que uma pessoa exerça uma função em beneficio de muitas outras, que desta forma renunciam essa sua responsabilidade… A separação de tarefas significa que outras pessoas plantarão sua comida, farão suas roupas e suprirão sua eletricidade, na medida que você concordar em realizar uma troca social. O ativista, sendo um expert em transformação social, assume que as outras pessoas não estão fazendo nada para mudar suas vidas, o que o faz se sentir no dever ou na responsabilidade de fazê-Io em favor delas. Ativistas imaginam que estão compensando a falta de atividade dos outros. Definir a nós mesmos como ativistas significa definir nossas ações como aquelas que trarão a transformação social, desprezando conseqüentemente a atividade de milhares e milhares de não-ativistas.

O ativismo é baseado nessa concepção errada de que são somente ativistas que fazem a transformação social – já que é evidente que a luta de classes acontece todo o tempo.

[…]  O ativismo pode muito bem acabar com um negócio, porém acabar com o capitalismo requisitará muito mais do que simplesmente estender este tipo de atividade a todos os negócios de todos os setores. Similarmente à destruição de açougues por ativistas de direitos animais, o resultado em cadeia é provavelmente e tão-somente ajudar os supermercados a fechar todos os pequenos açougues, portanto participar do processo de competição e “seleção natural” do mercado. Com isso ativistas freqüentemente obtêm sucesso na destruição de um pequeno negócio enquanto, contraditoriamente, fortalecem o capital como um todo.

[…] A consultora antiprotesto Amanda Webster afirmou:

“O advento dos movimentos de protesto trarão vantagens no mercado para aquelas empreiteiras que podem lidar com eles efetivamente.”

PAPEIS

O papel de “ativista” é um papel que adotamos como aquele do policial, pai ou padre – uma estranha fonna psicológica que usamos para definir a nós mesmos em relação aos outros. O “ativista” é um especialista ou um expcrt em transfonnação social – apesar de sabermoos que quanto mais forte nos apegamos e somos fiéis a este papel e à noção do que somos, mais estaremos impedindo a transfonnação que desejamos. Uma verdadeira revolução envolverá a quebra de todos os papéis e funções preconcebidos e a destruição de todo especialismo – a recuperação de nossas vidas.

Este ato de controle sobre nossos próprios destinos, o qual é o ato da revolução, envolverá a criação de novos seres e novas fonnas de interação e comunidade. Experts de qualquer tipo podem apenas obstruir isto.

O situacionista Raoul Vaneigem definiu o papel como segue:

“Estereótipos são imagens dominantes de um período… O estereótipo é um modelo de um papel: papel é uma forma de modelo de comportamento. A repetição de uma atitude cría um papel. Desempenhar um papel é cultivar uma aparência para a negligência de tudo que é autêntico: “sucumbimos à sedução das atitudes emprestadas”.

Como desempenhadores de papéis nós vivemos em inautenticidade – reduzindo nossas vidas a uma gama de clichês -, “fragmentando [nosso] dia em uma série de posturas escolhidas mais ou menos inconscientemente dentro de uma gama de estereótipos dominantes”. Este processo está em ação desde os primeiros dias do movimento antiestradas.

Assim como a passividade do consumidor é uma passividade ativa, a passividade do espectador reside na habilidade de assimilar papéis e desempenhá-los de acordo com as normas oficiais. A repetição de imagens e estereótipos oferece um conjunto de modelos do qual se supõe que qualquer um possa escolher um papel. O papel do militante ou ativista é apenas um desses papéis, e nesse sentido, apesar de toda a retórica revolucionária que existe nesse papel, ele reside em última instância no conservadorismo.

A atividade supostamente revolucionária do ativista é uma rotina cega e estéril – uma constante repetição de poucas ações sem potencial para a mudança. Ativistas provavelmente resistiriam à mudança caso ela viesse, uma vez que ela destruiria as fáceis certezas de seu papel e o agradável pequeno nicho que eles cavaram para si mesmos. Da mesma forma que chefes de sindicatos, ativistas são eternos representantes e mediadores. Da mesma forma que líderes sindicais seriam contra o  sucesso de seus trabalhadores na sua luta, porque isto provavelmente acabaria com seu emprego, o papel do ativista também é ameaçado pela mudança. De fato a revolução, ou mesmo algumas mudanças reais nessa direção, desagradariam profundamente ativistas por destitui-Ios de seus papéis. Se todos resolvem tomar-se revolucionários, então você não é mais tão especial, nâo é?

Então, por que nos comportamos como ativistas Simplesmente porque é a opção fácil dos covardes? É fácil cair no papel de ativista uma vez que ele se adapta a essa sociedade e não a desafia – ativismo é uma forma aceita de dissidência -, mesmo se como ativistas fazemos coisas que não são aceitas e são ilegais. A forma de ativismo em si é da mesma espécie de um emprego significa que ela se adapta em nossa psicologia e em nossa formação. Ela causa uma certa atração precisamente porque não é revolucionária.

NÃO PRECISAMOS MAIS DE MARTÍRES

pm003

A chave para entender o papel do militante e do ativista é o sacrificio próprio – o sacrifício de si mesmo para “a causa”, que é vista como algo separado de si próprio. Isto, é claro, não tem nada a ver com a verdadeira atividade revolucionária que é encontrar a si próprio. O martírio revolucionário caminha junto com a identificação de alguma causa separada de sua própria vida – uma ação contra o capitalismo que identifica o capitalismo como “lá fora” na City é fundamentalmente um engano. O poder real do capital está aqui mesmo na nossa vida cotidiana – nós recriamos o seu poder todos os dias, porque o capital não é uma coisa, mas uma relação social entre pessoas (e também entre classes) mediada por coisas. […]

O ativista torna a política cega e estéril e leva as pessoas a se afastarem dela, mas desempenhando esse papel, também ele próprio acaba se destruindo. O papel do ativista cria uma separação entre fins e meios: sacrifício próprio significa criar uma divisão entre a revolução como amor e alegria no futuro, mas dever e rotina agora. A visão de mundo do ativista é dominada pela culpa e obrigação, porque o ativista não está lutando por ele mesmo mas por uma causa separada: “Todas as causas são igualmente inumanas

Como ativista você tem de negar seus próprios desejos, uma vez que sua atividade política é definida de tal modo que estas coisas não contam como “políticas”. Coloca-se “política” em uma caixa separada do resto da vida.. é como um emprego… se faz “política” das nove às cinco e então se vai para casa e se faz alguma outra coisa. Por ela se encontrar em uma caixa separada, a “política” figura sem obstáculos relativos a quaisquer considerações práticas de efetividade do mundo real. O ativista se sente obrigado a manter em funcionamento a mesma velha rotina sem pensar, incapaz de parar ou reconsiderar: o importante é que o ativista é mantido ocupado e alívia sua culpa batendo sua cabeça em um muro se necessário.

Ser revolucionário pode consistir, em parte, em saber a hora de parar e esperar. Pode ser importante saber como e quando atacar para se ter uma máxima eficácia, e também como e quando NÃO atacar. Ativistas têm a atitude “Precisamos fazer algo AGORA!” que parece ser movida por culpa. Tal atitude é completamente antiestratégica.

O sacrifício próprio do militante ou do ativista é refletido no seu poder sobre os outros como um expert – da mesma forma como numa religião existe um tipo de hierarquia do sofrimento e da honradez. O ativista assume poder sobre os outros pela virtude de seu alto grau de sofrimento (grupos “não hierárquicos” de ativistas de fato formam a “ditadura do mais empenhado”). O ativista utiliza a coerção moral e a culpa para ganhar poder sobre outros menos experientes na teogonia do sofrimento. A sua subordinação de si mesmo anda de mãos dadas com a sua subordinação de outros.. todos escravizados pela “causa”. Políticos que se auto sacrificam impedem o crescimento de suas próprias vidas e de seu próprio desejo de viver – isso gera uma amargura e antipatia para a vida que é então voltada ao exterior para secar tudo mais.

Eles são “grandes desprezadores da vida… os partidários do auto-sacrificio absoluto… suas vidas distorcidas pelo seu monstruoso ascetismo. Podemos observar isso no nosso próprio movimento, por exemplo no local, no antagonismo entre o desejo de sentar ao redor e ter um bom momento versus a culpa de pecador que constrói/fortalece as barricadas do trabalho ético, e no excessivo vigor que são às vezes denunciadas escapadas” O mártir que se auto-sacrifica é ofendido e ultrajado quando percebe que outros não estão se auto-sacrificando. Da mesma forma quando o trabalhador honesto ataca o batedor de carteira ou distribui socos com tal causticidade, sabemos que é porque ele odeia o seu trabalho e o martirio que ele fez de sua vida e portanto odeia ver qualquer um que escapa a esta luta, odeia ver alguém se divertindo enquanto ele está sofrendo: ele deve trazer todos para a merda em que ele vive, numa espécie de igualdade de auto sacrifício.

Na antiga cosmologia da religião, o mártir bem sucedido ia para o céu. Na visão de mundo moderna, mártires bem-sucedidos procuraram entrar para a história. Quanto maior o auto-sacrifício, quanto maior o sucesso em criar um papel (ou ainda melhor, em deixar um papel completamente novo para as pessoas seguirem: isto é, o ecoguerreiro), mais se merece uma recompensa na história: o céu burguês.

6d5a4_img_1838

A velha esquerda era muito clara na sua chamada pelo sacrifício heróico: “Autosacrifiquem- se com prazer, irmãos e irmãs pela causa, pela Ordem Estabelecida, pelo Partido, pela Unidade, pelo Feijão com Arroz”. Mas nos dias de hoje é muito mais velado: Vaneigem acusa jovens radicais de esquerda. de entrar[em] para o serviço da Causa – a ‘melhor’ de todas as Causas. O tempo que têm para a atividade criativa eles destroem entregando panfletos, colando cartazes, participando em manifestações públicas ou falando mal de políticos. Eles se tomam militantes, fetichizando a ação uma vez que outros pensam por eles.”

Isso ecoa entre nós – especialmente sobre a fetichização da ação. Em grupos de esquerda, os militantes são deixados livres para se engajar em intermináveis trabalhos, uma vez que o líder do grupo ou guru possui a “teoria” certa, que é simplesmente aceita e tratada como a “linha do partido”, Com ativistas de ação direta é irrelevantemente diferente – a ação é fetichizada, porém mais distante de uma aversão a qualquer teoria.

ISOLAMENTO

O papel de ativista é um isolamento auto-imposto de todas as pessoas nas quais deveriamos estar ligados. Incorporando o papel de ativista, você será separado do resto da raça humana como alguém especial e diferente. As pessoas tendem a pensar nelas mesmas na primeira pessoa do plural (a quem você está se referindo quando diz “nós”?), como se estivessem se referindo a alguma comunidade de ativistas, ao invés de uma classe. Por exemplo, há algum tempo no meio ativista tem sido comum defender “que não haja mais temas isolados” e a importância de “fazer contatos”. Porém, para essas pessoas, muitas vezes o significado disso se limitava a “fazer contatos” com outros ativistas e outros grupos de campanhas. […]

[…]  Não é suficiente apenas procurar manter contato com todos os ativistas do mundo, nem é suficiente procurar transformar mais pessoas em ativistas. Contrariamente ao que algumas pessoas possam achar, não estaremos mais próximos de uma revolução se cada vez mais pessoas se tornarem ativistas. Algumas pessoas parecem ter a estranha idéia de que é preciso que todos sejam de alguma forma persuadidos a se tornarem ativistas como nós, e conseqüentemente teremos a revolução. Vaneigem diz: “A Revolução é feita todo dia, apesar de e em oposição aos especialistas da revolução”.

O militante ou ativista é um especialista em transformação social ou revolução. O especialista recruta outros para a sua pequena área de especialidade de maneira a aumentar seu próprio poder, deste modo dissipando a percepção de sua própria impotência. “O especialista… alista a si próprio de maneira a alistar os outros”. Como num jogo de pirâmide, a hierarquia é auto-replicante você é recrutado de maneira a ficar na base da pirâmide, e tem que recrutar mais pessoas para estarem abaixo de você, que farão então exatamente o mesmo. A reprodução da sociedade alienada de papéis e funções é efetuada através de especialistas.

Jacques Camatte, em seu ensaio “On Organization (1969), aponta muito bem que grupos políticos muitas vezes acabam se tornando “gangues”, definindo-se por exclusão – a primeira lealdade dos membros do grupo passa a ser o próprio grupo ao invés de ser a luta. Sua crítica se aplica especialmente para a miríade dos setores de esquerda e pequenos grupos aos quais ela foi direcionada, mas se aplica em menor proporção para a mentalidade ativista.

O grupo político ou partido se auto-substitui ao proletariado, e sua própria  sobrevivência e reprodução torna-se o soberano supremo – a atividade revolucionária se toma sinônimo de “construir o partido” e recrutar membros. O grupo considera a si próprio como sendo o único possuidor da verdade, e todos fora do grupo são tratados como idiotas que precisam ser educados por esta vanguarda. Ao invés de um debate igual entre camaradas, temos no lugar a separação da teoria e propaganda: o grupo possui sua própria teoria, que é quase sempre mantida em segredo, na crença de que os jogadores menos capazes mentalmente devem ser ludibriados pela organização através de alguma estratégia de populismo, antes que a política seja lançada a eles de surpresa. Este método desonesto de lidar com aqueles de fora do grupo é semelhante a um culto religioso – eles nunca lhe dirão claramente seus objetivos e pensamentos.

Nossa atividade deve ser a expressão imediata de uma luta real, não da afirmação da separação e distinção de um grupo particular. Em grupos marxistas a posse da “teoria” é o elemento que determina o poder – é diferente no meio ativista, mas não tão diferente -, a posse do “capital social” relevante – conhecimento, experiência, contatos, equipamento etc. são os elementos primários que determinam o poder.

O ativismo reproduz a estrutura desta sociedade e como ela opera: “Quando o rebelde começa a acreditar que ele está lutando por um bem maior, o principio autoritário nasce”26. Este não é um problema trivial, mas sim a base das relações sociais capitalistas. O capital é uma relação social entre pessoas mediada por coisas o  princípio básico da alienação é de que vivemos nossas vidas ao serviço de alguma coisa que nós mesmos criamos. Se reproduzimos esta estrutura em nome da politica que se declara anticapitalista, já perdemos antes mesmo de termos começado. Não se pode lutar contra a alienação por meios alienados.

UMA PROPOSTA MODESTA

[…]  O ativismo é um modelo em parte imposto sobre nós pela fraqueza. Assim como a ação conjunta levada pelo Reclaim The Streets e os portuários de Liverpool – nos encontramos em tempos em que a política radical é muitas vezes produto de fraqueza mútua e isolamento. Se este for o caso, pode ser que não esteja sequer dentro do nosso poder romper com o papel de ativistas. Pode ser que em tempos de diminuição da luta, aqueles que continuam a trabalhar pela revolução social fiquem marginalizados e passem a ser vistos (e vejam a si próprios) como um grupo especial separado das pessoas. Talvez isto só possa ser corrigido por um generalizado ressurgir da luta, quando não seremos mais pessoas esquisitas e loucas, mas simplesmente pessoas levando o que se encontra na cabeça de todos. Porém, para ampliar a luta, será necessário quebrar com o papel de ativista até a proporção que for possível para  constantemente empurrar as fronteiras de nossas limitações e constrangimentos.

Historicamente, aqueles movimentos que chegaram mais perto de desestabilizar, remover, ou ir além do capitalismo não tiveram como um todo a forma de ativismo. O ativismo é essencialmente uma forma politica e um método de operar apropriado ao reformismo liberal, que tem sido empurrado além de seus próprios limites e usado para propósitos revolucionários. O próprio papel de ativista deve se constituir num problema para aqueles que desejam a revolução social.

Anúncios

Uma resposta para “A rebelião das massas – parte 3

  1. Pingback: A rebelião das massas – parte 2 | Crab Log

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s