Rock Poesia e o furacão La Montone

Fui ontem ao Teatro Municipal Café Pequeno pela primeira vez. Vi o show da banda Rock Poesia. O show mistura rock e poesia como diz o nome. As letras das músicas de autoria do grupo (ou da La Montone) privilegiam o cunho poético.

Mônica Montone, a cantora da banda, dionisíaca furiosa, se esbalda no palco colocando a culpa de sua exuberância no seu alter ego ou heterônimo Princesa Franciny, seu lado fashion e uma exímia chutadora de postes. Mesmo o pé quebrado pela sua entidade incorporada num momento de fúria não consegue impedir seu rodopio de tornado. Transpirando sensualidade com seus olhos de gata no mormaço (olhos de Capitu ou da Monroe) e bocas trejeitosas fixa o olhar da platéia que num esforço consciente emerge de um mundo onírico para também ver o entorno.

Um garotinho, que quer ser músico como o pai, um guitarrista da banda, é um espetáculo singelo à parte com sua guitarra de brinquedo.

Da notícia do show tomei conhecimento no palco do evento de poesia do SESI através do apresentador, Claufe Rodrigues, que também toca na banda.

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