Morre Franco Volpi

Estou relendo ‘Nilismo’ de Franco Volpi. Resolvi então navegar pela Web em busca de referências a esse autor do qual gostei bastante. Para minha tristeza, embora tenha conhecido os seus escritos a pouco tempo, vi a notícia da sua morte recente quando o mesmo andava de bicicleta. É estranho entristecer-se por uma perda de alguém que não se conhece pessoalmente mas perfeitamente justificável pela solidariedade suscitada por uma morte estúpida e imerecida e também pela gratidão a um autor pelo seu estilo e conteúdo. Vi o seu livro em exposição de livros na entrada das palestras organizadas por Adauto Novaes. Coloquei-o na minha lista de desejos e o ganhei de presente do meu filho no meu aniversário do ano passado.

Em homenagem cito um pequeno trecho, sem saber se é o mais representativo, do seu livro ‘Nilismo’:

Cabe, porém, perguntar: Se é verdade que o nilismo começa quando cessa a vontade de nos auto-enganar, será possível, então, transformar a experiência dele em lição para nós, num poderoso convite à lucidez de pensamento e ao questionamento radical, num tempo em que os altares abandonados passam a se povoar de demônios?

Fonte: Franco Volpi (1952 – 2009)

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