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Entries categorized as ‘Vela’

Velejando de Dingue em 6/7/2008

Julho 7, 2008 · Não Há Comentários

Eu e o Márcio velejamos a partir da Marina da Glória (C&L Vela). Os barcos da Ocean Blue (ICRJ) forma vendidos o que vetou minha opção preferida. Os ventos forma melhores do que eu esperava. Lá pelas 16:30, quando voltamos, começei a sentir um pouco de frio. Foi uma velejada tranqüila.

Mais fotos:

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É doce viver no mar

Abril 18, 2008 · Não Há Comentários

Para os personagens da reportagem do Globo, ao contrário do título da música de Dorival Caymi, é ‘doce viver no mar’.

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Rio Boat Show 2008

Março 28, 2008 · 2 Comentários

Está bem próxima a Rio Boat Show 2008 na Marina da Glória:

  • Período: 4 a 13 de abril
  • Valor do ingresso: R$ 20 (Venda somente no local do evento, não há venda antecipada.)
  • Horário: de segunda a sexta-feira, das 15h às 22h. Sábado e domingo, das 12h às 22h
  • Estacionamento: 1.500 vagas – R$ 15
  • Curso de Arrais Amador: gratuito
  • Curso de Vela: gratuito
  • Palestras: gratuitas
  • Arrais Amador: prova aplicada no dia 12 de abril de 2008 (a Marinha do Brasil oferecerá mais uma facilidade aos candidatos que já estejam em condições de prestar a prova sem a necessidade de curso).
Grade de Palestras
Venha reciclar seus conhecimentos. Participe das palestras gratuitas. Confira a grade a programe-se. Para participar é fácil, chegue com antecedencia e dirija-se ao auditório para a pré-inscrição.
4.abril - sexta-feira
das 15h às 18h Prof. Ricardo de Farias Senha e inscrição Curso de Arrais Amador
 
5.abril - sábado
das 17h às 18h Marcio Dottori Como comprar um barco
das 18h às 19h Ricardo Paragon Pane elétrica (motor) no mar, como evitá-la!
das 20h às 22h Jorge Nasseh Método Power Flex
 
6.abril - domingo
das 16h às 17h Kan Chuh Navegando em solitário num veleiro de 21 pés
das 17h às 18h Silvio Ramos Como gerenciar sua empresa do barco
das 18h às 19h Teclo Como criar crianças a bordo
das 19h às 20h Marçal e Eneida Ceccon É fácil viver num barco
das 20h às 21h Antonio Carlos Aricó Volta ao mundo de escuna
das 21h às 22h Oswaldo Hoffmann Cruzeiro pelo Atlântico Norte e Mediterrâneo
 
7.abril - segunda-feira
das 11h às 14h Lenilson Bezerra Assembléia Geral Acobar
das 15h às 16h Cintia & Lula Curso de vela para crianças
das 20h às 21h Felipe Caruso De Junco pelo mundo
 
8.abril - terça-feira
das 15h às 19h Prof. Ricardo de Farias 1ª aula Curso de Arrais Amador
 
9.abril - quarta-feira
das 15h às 16h Cintia & Lula Curso de vela para crianças
 
10.abril - quinta-feira
das 15h às 19h Prof. Ricardo de Farias 2ª aula Curso de Arrais Amador
das 19h às 20h Cmte. Emma Giada Matschinske Meteorologia
das 20h às 21h Mauricio Carvalho Técnicas de segurança em naufrágios
 
11.abril - sexta-feira
das 15h às 16h Cintia & Lula Curso de vela para crianças
das 18h às 19h João Lara Mesquita As viagens do veleiro Mar sem Fim pela costa brasileira
das 19h às 20h Roberto Negraes Roberto Negraes
das 20h às 21h Paulo Boneschi e Ricardo Casteli Turismo de aventura
das 21h às 22h Ary Amarante Arquipélago de São Pedro e São Paulo, um Brasil que poucos conhecem
 
12.abril - sábado
das 12h30 às 18h Marinha do Brasil Prova do Curso de Arrais Amador
das 18h às 19h Alcides Falanghe Enterprise
das 19h às 20h Alcides Falanghe e Paulo de Tharso Bonaire, o melhor mergulho de praia do Caribe
das 20h às 21h Ricardo Bahia Desmistificando a apnéia
das 21h às 22h Marcelo Szpilman Mergulhando com o grande tubarão branco

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Velejada no Dia Internacional das Mulheres em 2008

Março 8, 2008 · Não Há Comentários

Fomos velejar de Dingue eu, Leu e Natacha saindo do Iate. Descobrimos que o serviço da cantina do Iate é pessimo pela demora no atendimento. Ainda bem que tínhamos comprado alguma coisa na ótima confeitaria perto do prédio de Bruno, onde fomos pegar os salva-vidas emprestados. A confeitaria se chamava Itajai e estava lá desde 1932, segundo seus letreiros. Compramos sonhos, pão, bola ao rum e um suco de laranja ótimo. Natacha não gostou muito da velejada por causa dos respingos e banhos de água suja da baía da Guanabara. Leu ficou receoso do mar mexido por causa do vento na saída da baía. O trajeto de bicicleta foi de cerca de 40 km, incluindo a ida na Rua de Laranjeiras para pegar os salva-vidas. Na velejada fomos apenas até perto da Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói. Uma tartaruga infeliz ficou presa no anzol dos pescadores na orla da enseada de Botafogo. Estava magnífico o por-do-sol ao chegarmos, enfim, em Ipanema.

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Circunavegação da Ilha de Cotunduba

Dezembro 16, 2007 · 2 Comentários

Conforme o planejado encontramo-nos, eu, Daniel e Gustavo, seu filho, no Iate, próximo das 10 h.O dia estava lindo. Céu claro com algumas nuvens. Ventos bons. Nenhum problema com o Dingue.

Na saída da enseada de Botafogo estava fundeado um pequeno e bonito navio de casco azul escuro: ‘Le Grand Bleu’. O mesmo nome, em francês, do filme ‘Imensidão Azul’ sobre o mergulhador Mayol.

Fomos até bem próximo ao penhasco onde fica encravada a Fortaleza de Santa Cruz.

Em seguida fomos contornar a ilha de Cotunduba. Circunavegamos indo primeiro pelo canal entre a ilha e o continente. Percorremos cerca de 20 km.

Quando entramos de novo na enseada indo para o almoço encontramos Lars Grael e outros velejadores saindo da baía num veleiro da classe Star.

Almocamos no restaurante do Círculo Militar, na praia Vermelha. Depois voltamos a velejar um pouco dentro da enseada de Botafogo e da baía da Guanabara.

Veja a nossa derrota abaixo (clique):

circunavegaca-condutuba.jpg

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Solidão amiga

Dezembro 15, 2007 · 1 Comentário

A solidão amiga

A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão… O que mais você deseja é não estar em solidão… (Rubem Alves)

“Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.!” (Drummond apud Rubem Alves)

“Ó solidão! Solidão, meu lar!… Tua voz – ela me fala com ternura e felicidade! Não discutimos, não queixamos e muitas vezes caminhamos juntos através de portas abertas. Pois onde quer que estás, ali as coisas são abertas e luminosas. E até mesmo as horas caminham com pés saltitantes.

Ali as palavras e os tempos
poemas de todo o ser se abrem diante de mim. Ali todo ser deseja transformar-se em palavra, e toda mudança pede para aprender de mim a falar.“ (Nietzsche
apud Rubem Alves)

O primeiro filósofo que li, o dinamarquês Soeren Kiekeggard, um solitário que me faz companhia até hoje, observou que o início da infelicidade humana se encontra na comparação. Experimentei isso em minha própria carne. Foi quando eu, menino caipira de uma cidadezinha do interior de Minas, me mudei para o Rio de Janeiro, que conheci a infelicidade. Comparei-me com eles: cariocas, espertos, bem falantes, ricos. Eu diferente, sotaque ridículo, gaguejando de vergonha, pobre: entre eles eu não passava de um patinho feio que os outros se compraziam em bicar. Nunca fui convidado a ir à casa de qualquer um deles. Nunca convidei nenhum deles a ir à minha casa. Eu não me atreveria. Conheci, então, a solidão. A solidão de ser diferente. E sofri muito. E nem sequer me atrevi a compartilhar com meus pais esse meu sofrimento. Seria inútil. Eles não compreenderiam. E mesmo que compreendessem, eles nada podiam fazer. Assim, tive de sofrer a minha solidão duas vezes sozinho. Mas foi nela que se formou aquele que sou hoje. As caminhadas pelo deserto me fizeram forte. Aprendi a cuidar de mim mesmo. E aprendi a buscar as coisas que, para mim, solitário, faziam sentido. Como, por exemplo, a música clássica, a beleza que torna alegre a minha solidão… (Rubem Alves)

Para aplacar a minha solidão neste fim de semana inventei atividades. Na sexta falei com o pessoal em Aracaju pelo Skype.

Iasmin ficou tão emocionada que ensaiou um choro. À noite fiquei na sala, junto à televisão, TV soporífera que me socorreu na madrugada de sábado com um filme, ‘Mentiras sinceras’, em que dormi no meio.

Mentiras sinceras

De manhã dormi a bessa. Acordei perto da 10 h. O tempo esquentou e o sol saiu. Arrependi-me de não ter programado uma velejada. Talvez ainda haja tempo. Saí para fazer umas pequenas compras para enfrentar a semana vindoura. Planejei almoçar no restaurante La Rouge e passar na locadora de vídeo que fica perto. Acabei almoçando um crepe na livraria Argumento aqui perto mesmo. Descobri depois que o La Rouge foi substituído (pelo menos no endereço que procurei) por um Devassa. Pode ter acabado ou se mudado.

Peguei três filmes para ver até terça:

Caché

Caché

Dias de Nietzsche em Turim

O ilusionista

Se conseguir marcar o aluguel do Dingue para amanhã preciso ver também se haverá um ‘proeiro’. Estou tentando, de última hora, com a Ocean Blue.

Acabo de receber a confirmação do aluguel do Dingue para amanhã, 11 h.

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Velejada até Niterói

Novembro 19, 2007 · Não Há Comentários

Ontem velejamos partindo do Iate Clube do Rio de Janeiro.

Fui para o Iate às 8:00 de metrô. Pensava em ir de bicicleta de novo mas no dia anterior fui assim até o Iate e fiquei com dor de garganta por causa do vento. Fiz uns gargarejos com água sal e a garganta melhorou. Fui para o Iate ainda sem saber se iria velejar. Cheguei lá cerca de 9:00. Estava me sentindo melhor e o tempo estava esquentando. Estava um pouco nublado mas no meio da baía parecia que havia sol.

Um pouco mais tarde chegaram o Ramiro e o Bruno. Começamos a montar o Dingue e depois de algumas demarches acabamos conseguindo. Tivemos que arrumar um moitão de catraca de improviso, com o responsável do angar, pois o pessoal da Ocean Blue, que alugou o barco, não tinha deixado nenhum. Esqueceram também dos pinos do leme.

A velejada se estendeu até em frente à praia de Icaraí. Chegamos bem próximo ao Disco Voador do Niemeyer e da praia de Boa Viagem. Na volta o vento estava meio confuso (ou nós).

A velejada foi boa com vento confortável mas resolvemos voltar mais cedo do que o necessário porque o Ramiro tinha um compromisso. O angar do Iate geralmente fecha às 16:00 mas neste dia o responsável estaria lá até às 18:00. Nossos pertences ficaram no armário que ele arranjou.

Na chegada pegamos uma derrota meio complicada porque eu quis passar perto de um veleiro do casco amarelo para ver se o nome dele era ‘Samba‘. Era ‘Beleza Pura’. Ficamos num mar coalhado de veleiros com o vento rondando e com rajadas. Quando conseguimos pegar a rota correta entramos fácil na ‘piscina’ onde fica a rampa. Chegamos cerca de 15 e pouco. Ramiro e Bruno se foram enquanto eu fiquei para tomar banho e trocar a roupa que se respingou com a água fétida da baía.

Veja o trajeto aproximado de ida na imagem abaixo (clique para aumentar):

velejada-rio-18-11-2007.jpg

Rota desimpedida para saída do Iate para a enseada:

rota-saida-iate-rj.jpg

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Velejada de Dingue no próximo domingo, 18/11/2007

Novembro 17, 2007 · Não Há Comentários

Marcamos uma velejada de Dingue. Vamos eu, Bruno e Ramiro.

Veja abaixo um vídeo interessante que mostra uma velejada saindo do Iate Clube do Rio, que é de onde partiremos:

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Domingo de Dingue IV

Agosto 26, 2007 · Não Há Comentários

Este foi um domingo sem vento. Tivemos que ser rebocados na volta. O “proeiro” dessa vez foi o Filipaki. Chegamos perto do Forte da Laje.

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Domingo de Dingue III

Agosto 19, 2007 · Não Há Comentários

Velejamos, eu Bruno e Ramiro, de Dingue, das 10:00 às 12:30. Estava com receio da anunciada entrada da frente fria que poderiar acirrar os ventos. No início tivemos dificuldade de sair da cloaca da Marina da Glória (Ô água imunda!) por causa dos parcos ventos. Precisamos de ajuda do bote a motor da CL&Vela que nos rebocou até perto da saída. Gastamos quase meia hora nisso. Depois os ventos foram melhorando e fomos até a bóia próxima à Fortaleza de Santa Cruz, quase na saída da baía. O tempo estava agradável e o ar levemente frio evitava os incômodos do calor do sol. O céu estava pouco nublado. A volta foi tranquila.

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