Em andamento a operação de resgate de Alexandre Scizzi, do Phoenix (serie), participante da regata Minitransat.
O velejador já foi encontrado e está velejando em direção à costa da Bahia.
Em andamento a operação de resgate de Alexandre Scizzi, do Phoenix (serie), participante da regata Minitransat.
O velejador já foi encontrado e está velejando em direção à costa da Bahia.
Os primeiros lugares dos protos (Thomas Ruyant) e series (Charles Dalin) já chegaram em Salvador. Izabel Pimentel (a única representante do Brasil na competição) já passou de Fernando de Noronha e melhorou a sua colocação (da posição 28 para a 27). Veja a sua posição no mapa abaixo.
Veja abaixo o vídeo do primeiro colocado.
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Fui sozinho na mostra no domingo que passou quase que exclusivamente para fazer o exame de Arrais Amador no stand da Marinha. Consegui passar (4 erros em 40 questões). Talvez vá outra vez se alguém lá de casa quiser ir.
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Em post anterior relatei a previsão de partida para uma aventura no mar. Agora está na hora de contar. Preocupo-me em que a memória vá me trair a medida que o tempo passa. Bom vamos começar pela lista dos lugares onde passamos (lista gentilmente fornecida pela Cîntia, da C & L Vela):
saída da Marina da Glória
boca da barra pequena (entre Ilha da Lage e Forte São João)
Ilha de Cotunduba a BB
Ilhas Cagarras a BB e praias de Copacabana, Arpoador, Ipanema, Leblon, São Conrado a BE
Ilhas Tijucas e Barra da Tijuca a BE
Restinga de Marambaia a BE
Lage da Marambaia a BE
Ilha de Marambaia a BE
Ilha Grande com Farol dos Castelhanos a BB
parada no Saco do Céu
Ilha dos Macacos a BB
Parati (pernoite na Marina do Engenho)
Enseada de Parati Mirim passando entre a Ilha do Algodão e o continente
Ilha da Cotia
Saco Grande (onde pernoitamos)
Saco de Mamanguá (Bar do Zizinho)
Enseada do Pouso
Gruta do Acaía (Ilha Grande)
Abraão (pernoite na Ilha Grande)
Marina da Glória
Com auxílio da lista acima espero reavivar minha memória.
Para começar fiquei um pouco apreensivo com a saída à noite. Logo de início a apreensão se dissipou com a confirmação da maestria (que eu já conhecia de ouvir falar) dos nossos instrutores (os sócios, Cíntia e Lula, da C & L Vela). Logo de início tivemos nossa primeira lição de interpretação da sinalização no mar com a explicação sobre o significado das bóias em frente às cabeceiras do aeroporto Santos Dumont. Eu já tinha tido uma experiência onde havia invadido um pouco a “área de exclusão” que elas demarcavam. Foi explicado que o símbolo sobre a bóia indicava a direção da área com perigo (conforme descobri depois estudando para o exame de Arrais Amador).
Saímos na quarta à noite. Havia comprado remédios antienjoo mas fiz a valentia de não tomá-los: “afinal nunca enjoei em um barco até agora”. Até agora! Quando as ondas começaram a sacudir o veleiro meu estômago entrou em ressonância causando-me uma profunda náusea. Como sou de vomitar difícil e também não coloquei nada no estômago (saí direto do trabalho para a Marina da Glória) não chamei nem o “Raul” e nem seu irmão “Hugo”. Minto, comi uns biscoitos no barco. Mas resisti assim mesmo apenas com uns arrotos. Anunciados os quartos de vigília fiquei para o de 3 às 5 (ou seria de 2 às 5?). Dorminhoco como sou fiquei preocupado de causar dificuldades para quem fosse me acordar. Acho que nem dormi até a hora. O veleiro motorou bastante na rota até perto da Ilha Grande. Não lembro dos detalhes. No meio do trajeto os ventos chegaram a 29 nós e o veleiro alcançou 8,2 nós (o máximo que ele já alcançou foi 12 nós, se não me engano).
Na parada no Saco do Céu eu não quis nadar. Também senti falta de não ter feito antes o curso básico (mas quis aproveitar a oportunidade dos feriados). Como a meteorologia (consultada através de um Smart Phone) indicava tempo instável resolveu-se que era melhor seguir para Parati. Lá atracamos na Marina do Engenho. Lá estava o Rapa Nui, veleiro que já pertenceu ao Amyr Klink, e também o Fábio e família no Plankton (eu o Beto o conhecemos na Rio Boat Show de 2006 quando o Plankton estava exposto no pier, quando vim ao Rio fazer a prova do concurso da Petrobras). Fui jantar no restaurante Punto Divino e tomar sorvetede Tiramissu perto de uma praça. Comprei também uma camisa de lembrança para dar a Iane (que acabei esquecendo no barco e ainda está na loja da C&L Vela esperando eu ir lá pegá-la). Na volta aproveitei as ótimas instalações para tomar um delicioso e demorado banho quente.
(Continua na parte II)
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Amanhã parto às 20:00 para uma travesssia onde também vou aprender sobre navegação em um veleiro de oceano.
A programação (enviada pela C&L vela) é a seguinte:
01 – Nomenclatura básica que será utilizada na montagem, manobras e
velejada (revisão)
02 – Funcionamento do motor
03 – Manobras de cais
04 – Navegação a noite (carta náutica, agulha magnética, rumos,
marcações, diário de bordo, faróis, navegação estimada)
05 – Fundeio (revisão e prática)
06 – Principais nós (revisão e prática)
07 – Teoria do vento (contravento, través e popa)- (revisão)
08 – Manobras da cambada e jaibe, utilização da catraca e manicaca
09 – Regulagem da vela grande e genoa
10 – Rizar vela (revisão e prática)
11 – Armar asa de pombo (revisão e prática)
12 – Demonstração de segurança
13 – Equipamentos eletrônicos (orientação básica e GPS)
O veleiro é um Delta 32 e a programação inclui duas paradas em Ilha grande, opções: Sitio Forte, Saco do Céu ou Lopes Mendes (será definido de acordo com as condições meteorológicas). Em Parati: No Saco Mamangua, passando pela Ilha do Algodão.
Retorno no próximo domingo à noite.
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Chegaram ontem. Já dei uma olhada no Cruising Handbook e gostei bastante apesar do meu capenga vocabulário náutico em inglês. Estes livros foram indicados por Galdo, da dupla Andy & Galdo, na palestra que assisti na Marina da Glória.

O veleiro, o olhar distante, os passeios solitários no outono, o relativo silêncio – é o paraiso.
Albert Einstein, 1939
Veja também Albert Einstein’s “Tümmler”.
Fonte: Revista Velejar, número 39, página 20.

Assisti à palestra de Andy e Galdo em 10/12/2008 na Marina da Glória. No sub-título ‘Soltando as amarras’ deu várias dicas a quais coloco de forma esquemática abaixo:
Ganhando dinheiro:
Habilidades importantes para cruzeiristas:
Livro:
Aspectos construtivos de barcos:
Dicas de viagens:
Trabalho: Skipper –> US$ 3.500,00/semana (precisa do STCW95 = Capitão Amador).
Falou sobre a pirataria na Venezuela.
Para os personagens da reportagem do Globo, ao contrário do título da música de Dorival Caymi, é ‘doce viver no mar’.
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