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Entradas categorizadas em ‘Livro’

Why _why is missing?

Setembro 17, 2009 · Deixe um comentário

O famoso _why, o mágico do Ruby, desapareceu da Web sem deixar rastros. Num “passe de mágica”, poderíamos dizer, como se fosse uma continuação da sua saga de prestidigitador em relação ao Ruby. Escreveu um livro emblemático sobre programação em Ruby, já parcialmente traduzido para o português. Os admiradores estão surpreendidos e em polvorosa para preservar o seu acervo caso ele não volte às atividades nessa área.

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Groucho-marxismo

Setembro 4, 2009 · Deixe um comentário

O animal trabalha quando a privação é a motivação de sua atividade e brinca quando a plenitude  de sua força é essa motivação, quando a vida superabundante é seu próprio estimulo à atividade.

Shiller in A Educação Estética do Homem, apud Bob Black, p. 34

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China

Junho 28, 2009 · Deixe um comentário

História do Pensamento Chinês, Anne Cheng

Meditação em Movimento, Paul Crompton

O pensamento chinês e o seu entrelaçamento com os estilos de arte marcial sempre me intrigou. No livro do Crompton há até um trecho em que um erudito chinês fica espantado com o fato de um artista marcial que ele conheceu ter tanta cultura. Artes como a caligrafia adestram o pulso para a esgrima e exercícios repetitivos até limites muito além do que é normal para a paciência ocidental preparam para a excelência no combate. Com os livros que comprei espero aumentar a minha compreensão desse entrelaçamento em meu próprio proveito no aprendizado do Tai Ji e de uma introdução ao Ba Gua Zhang.  Li recentemente o livro História da China, de John King, e, apesar do enfoque histórico ser muito interessante eu tendo a preferir abordagens mais filosóficas. As artes na China tem sempre um caráter de integração entre a teoria e a prática que me agrada. Anne Cheng cita que uma das maiores preocupações de Confúncio versava sobre que o discurso nunca deveria exceder o que era necessário para a ação.

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GEB: Gödel, Escher e Bach

Junho 12, 2009 · 1 Comentário

Enfim consegui um exemplar em português (Edição da UNB de 2001). Há algum tempo que o procuro.

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Chegaram os livros do Calder

Março 12, 2009 · Deixe um comentário

Chegaram ontem. Já dei uma olhada no Cruising Handbook e gostei bastante apesar do meu capenga vocabulário náutico em inglês. Estes livros foram indicados por Galdo, da dupla Andy & Galdo, na palestra que assisti na Marina da Glória.

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O Universo Elegante

Dezembro 6, 2008 · 1 Comentário

Acabei de ler o livro de Brian Greene. Foi uma experiência interessante que me atualizou um pouco a respeito do estado atual da Física teórica (da época em que o livro foi escrito, pelo menos). Nos meus tempos de estudante de Engenharia andei fazendo umas incursões na biblioteca de faculdade para matar a minha curiosidade sobre a Relatividade Geral e Física Quântica. A teoria da relatividade me pareceu mais palatável na época do que a outra, apesar de ter que me embrenhar pelo cálculo tensorial. Da Física Quántica não estudei quase nada. Era uma coisa estranha quando comparada com a beleza da relatividade. É claro que o livro de Greene é uma obra de vulgarização ao contrário do que andei olhando no passado em obras com rigor matemático.

Minha impressão principal é uma espécie de estupefação diante de uma teoria das cordas ou da p-branas (teoria M) que só poderiam ser verificadas experimentalmente com um acelerador de partículas de altíssima energia (inviável para a tecnologia atual) e com dimensões do tamanho do universo conhecido. A Física ficou parecendo mais uma metafísica. A lembrança das variáveis ocultas de Einstein também me veio à mente. Muita fé, quase que religiosa, parece orientar a disposição dos físicos (o que aparece explicitamente em algumas frases do autor). A supersimetria, por exemplo, parece ser um dogma. Os achados parecem fortuitos como encontrar as equações de Maxwel, do eletromagnetismo, ao se acrescentar uma dimensão ao espaço. As superfícies de Calabi Yao, que descrevem algumas das 11 dimensões (as que são microscopicamente recurvadas) então parecem arte moderna de vanguarda. É claro que a ênfase de uma obra de vulgarização está mais em tentar transmitir um certo entusiasmo que é causado pelas descobertas teóricas de coerências e consistências surpreendentes mas ao mesmo tempo ansiosamente esperadas. O entusiasmo que pretende contagiar os leitores também parece inscrever a obra, e outras similares, num contexto propagandístico. Lembrei de um comentário de um professor de matemática a respeito do poderoso lobby dos físicos que conseguem convencer os governos a fornecer verbas fabulosas para projetos tais como pesquisa de vida extra terrestre ou aceleradores de partículas enormes de alta energia. As tecnologias que são desenvolvidas em torno desses projetos é claro que podem se tornar úteis como já aconteceu com a pesquisa espacial mas mesmo sem querer aderir a um tipo obscurantismo fiquei bastante intrigado e desejoso de conhecer os argumentos usados para convencer governos a investir em tais projetos.

Veja o filme sobre o livro.

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Leitura Diária

Novembro 26, 2008 · Deixe um comentário

O site http://www.leituradiaria.com/ é muito simples e prático. Achei muito atraente a sua aderência ao MISS – Make It Simple, Stupid (ou KISS – Keep It Simple, Stupid).

Veja a entrevista com o autor.

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Seaside book

Outubro 1, 2008 · 1 Comentário

Chegou hoje o livro ‘An Introduction to Seaside’:

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Entrevista com Douglas Hofstadter

Junho 2, 2008 · 2 Comentários

Veja a entrevista em O pensador americano Douglas Hofstadter.

Hofstadter escreveu o livro GEB que estou tentando obter em português, sem sucesso.

No link abaixo um admirador de Hofstadter brinca com frases autoreferenciais:

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Utopia Selvagem

Maio 11, 2008 · Deixe um comentário

Minha admiração por Darcy Ribeiro aumentou bastante quando há alguns anos me deparei com este livro divertidíssimo e mordaz.

O que ele disse sobre este livro:

Utopia selvagem é um trabalho com os mitos elementares procurando expressar o nosso modo de ser brasileiro. Antropofagia e canibalismo, guerra e militarismo, componentes míticos e componentes factuais atravessam o livro na busca de uma identidade étnica, ou seja, atrás da pergunta “quem somos nós?”

O que ele disse, brilhantemente, sobre si:

Sou um homem de causas. Vivi sempre pregando, lutando como um cruzado, pelas causas que me comovem. [...] Na verdade, somei mais fracassos que vitórias em minhas lutas, mas isso não importa. Horrível seria ter ficado ao lado dos que venceram nessas batalhas

E em um trecho de ‘O povo brasileiro: A formação e o sentido do Brasil’:

Para os que chegavam, o mundo em que entravam era a arena dos seus ganhos, em ouro e glórias. Para os índios que ali estavam, nus na praia, o mundo era um luxo de se viver. Este foi o efeito do encontro fatal que ali se dera. Ao longo das praias brasileiras de 1500, se defrontaram, pasmos de se verem uns aos outros tal qual eram, a selvageria e a civilização. Suas concepções, não só diferentes mas opostas, do mundo, da vida, da morte, do amor, se chocaram cruamente. Os navegantes, barbudos, hirsutos, fedentos, escalavrados de feridas de escorbuto, olhavam o que parecia ser a inocência e a beleza encarnadas . Os índios, esplêndidos de vigor e de beleza, viam, ainda pasmos, aqueles seres que saíam do mar

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