Descansando nada. Apesar de estar quebrado pela aventura de ontem de manhã fomos no Arpoador, eu, Carolina e Iasmin. O tempo estava lindo. Tomamos água de côco e voltamos. No Leblon jogavam capoeira no asfalto interditado para pedestres. Depois do almoço tentei assistir o filme Fantasia. Dormi em algumas partes mas acordei nas que mais gosto: “A dança das horas” e “Uma noite no Monte Calvo”. O “Quebra-nozes” também foi legal. Não sabia que Tchaikowski não gostava desta música.
Mais tarde vamos assistir “O ano em que meus pais sairam de férias”.
Neste fim de semana, no dia da criança, Iasmin ganhou vários presentes: uma boneca, uma casa de pano e uma cadeirinha para andar na frente da bicicleta.
Assitimos também, em DVD, ‘Os produtores’ e ‘Razão e Sensibilidade’.
Estamira, personagem real do documentário Estamira, em Carta Capital, no 403, p 53, na entrevista para o artigo “A Fala dos Sem-Voz”:
“Acho que por causa dos problemas da cabeça, eu quase não choro. Mas você sabe que no dia que o Lula foi eleito eu chorei? Menina, eu fiquei tão feliz. Ele nem fez nada para mim, não, mas eu acho tão bonito ele ser presidente. Como era o nome daquele outro? (Fernando Henrique?) Isso. Ele também era um homem bom. Ah… Mas o Lula, a gente gosta dele. Você acha que ele vai ver o filme, é?”
É fácil escutar os próximos com sua sedução da proximidade. Aqueles distantes, como Estamira, podem no máximo comover e, na melhor das hipóteses, mostrar a verdadeira impotência dos que se acham poderosos.