Valor do ingresso: R$ 20 (Venda somente no local do evento, não há venda antecipada.)
Horário: de segunda a sexta-feira, das 15h às 22h. Sábado e domingo, das 12h às 22h
Estacionamento: 1.500 vagas – R$ 15
Curso de Arrais Amador: gratuito
Curso de Vela: gratuito
Palestras: gratuitas
Arrais Amador: prova aplicada no dia 12 de abril de 2008 (a Marinha do Brasil oferecerá mais uma facilidade aos candidatos que já estejam em condições de prestar a prova sem a necessidade de curso).
Copiar a DLL em c:\windows\system32 e executar ‘regsvr32 msjet35.dll‘ como administrador
Grade de Palestras
Venha reciclar seus conhecimentos. Participe das palestras gratuitas. Confira a grade a programe-se. Para participar é fácil, chegue com antecedencia e dirija-se ao auditório para a pré-inscrição.
4.abril - sexta-feira
das 15h às 18h
Prof. Ricardo de Farias
Senha e inscrição Curso de Arrais Amador
5.abril - sábado
das 17h às 18h
Marcio Dottori
Como comprar um barco
das 18h às 19h
Ricardo Paragon
Pane elétrica (motor) no mar, como evitá-la!
das 20h às 22h
Jorge Nasseh
Método Power Flex
6.abril - domingo
das 16h às 17h
Kan Chuh
Navegando em solitário num veleiro de 21 pés
das 17h às 18h
Silvio Ramos
Como gerenciar sua empresa do barco
das 18h às 19h
Teclo
Como criar crianças a bordo
das 19h às 20h
Marçal e Eneida Ceccon
É fácil viver num barco
das 20h às 21h
Antonio Carlos Aricó
Volta ao mundo de escuna
das 21h às 22h
Oswaldo Hoffmann
Cruzeiro pelo Atlântico Norte e Mediterrâneo
7.abril - segunda-feira
das 11h às 14h
Lenilson Bezerra
Assembléia Geral Acobar
das 15h às 16h
Cintia & Lula
Curso de vela para crianças
das 20h às 21h
Felipe Caruso
De Junco pelo mundo
8.abril - terça-feira
das 15h às 19h
Prof. Ricardo de Farias
1ª aula Curso de Arrais Amador
9.abril - quarta-feira
das 15h às 16h
Cintia & Lula
Curso de vela para crianças
10.abril - quinta-feira
das 15h às 19h
Prof. Ricardo de Farias
2ª aula Curso de Arrais Amador
das 19h às 20h
Cmte. Emma Giada Matschinske
Meteorologia
das 20h às 21h
Mauricio Carvalho
Técnicas de segurança em naufrágios
11.abril - sexta-feira
das 15h às 16h
Cintia & Lula
Curso de vela para crianças
das 18h às 19h
João Lara Mesquita
As viagens do veleiro Mar sem Fim pela costa brasileira
das 19h às 20h
Roberto Negraes
Roberto Negraes
das 20h às 21h
Paulo Boneschi e Ricardo Casteli
Turismo de aventura
das 21h às 22h
Ary Amarante
Arquipélago de São Pedro e São Paulo, um Brasil que poucos conhecem
Comprei outra bicicleta. Agora podemos sair em grupo de até quatro pessoas para passear de bicicleta. Isto pode representar um pouco de segurança. Amanhã quero ver se o tempo melhora para dar uma volta com Iasmin.
Ontem velejamos partindo do Iate Clube do Rio de Janeiro.
Fui para o Iate às 8:00 de metrô. Pensava em ir de bicicleta de novo mas no dia anterior fui assim até o Iate e fiquei com dor de garganta por causa do vento. Fiz uns gargarejos com água sal e a garganta melhorou. Fui para o Iate ainda sem saber se iria velejar. Cheguei lá cerca de 9:00. Estava me sentindo melhor e o tempo estava esquentando. Estava um pouco nublado mas no meio da baía parecia que havia sol.
Um pouco mais tarde chegaram o Ramiro e o Bruno. Começamos a montar o Dingue e depois de algumas demarches acabamos conseguindo. Tivemos que arrumar um moitão de catraca de improviso, com o responsável do angar, pois o pessoal da Ocean Blue, que alugou o barco, não tinha deixado nenhum. Esqueceram também dos pinos do leme.
A velejada se estendeu até em frente à praia de Icaraí. Chegamos bem próximo ao Disco Voador do Niemeyer e da praia de Boa Viagem. Na volta o vento estava meio confuso (ou nós).
A velejada foi boa com vento confortável mas resolvemos voltar mais cedo do que o necessário porque o Ramiro tinha um compromisso. O angar do Iate geralmente fecha às 16:00 mas neste dia o responsável estaria lá até às 18:00. Nossos pertences ficaram no armário que ele arranjou.
Na chegada pegamos uma derrota meio complicada porque eu quis passar perto de um veleiro do casco amarelo para ver se o nome dele era ‘Samba‘. Era ‘Beleza Pura’. Ficamos num mar coalhado de veleiros com o vento rondando e com rajadas. Quando conseguimos pegar a rota correta entramos fácil na ‘piscina’ onde fica a rampa. Chegamos cerca de 15 e pouco. Ramiro e Bruno se foram enquanto eu fiquei para tomar banho e trocar a roupa que se respingou com a água fétida da baía.
Veja o trajeto aproximado de ida na imagem abaixo (clique para aumentar):
Rota desimpedida para saída do Iate para a enseada:
Há muitos anos fui assistir o filme ‘Cordão de Ouro’ em Aracaju. De toda a brigalhada no estilo dos filmes de arte marciais orientais o que mais me atraiu no filme foi um duelo. O duelo era um jogo de capoeira entre o protagonista do filme (Nestor Capoeira) e um orixá. O orixá era Ogun. Mas o intérprete do orixá não era menos que o legendário Camisinha (Mestre Camisa, com mais cabelo na época). O jogo dele é primoroso e bota no chinelo os acrobatas desvairados da capoeira atual. Nada é supérfluo no seu jogo. Adorei poder ver de novo essa cena no vídeo abaixo:
Velejamos de Dingue hoje. Alugamos de 13 às 15 h na Marina da Glória. Foi tranquilo e fomos eu, Mateus e Ortis. O tempo melhorou a tarde e o sol apareceu. O vento também foi bom. Não estava querendo mesmo um pé de vento na minha primeira experiência timoneando um Dingue, ainda mais com passageiros.
O movimento de barcos na Baía de Guanabara estava bem intenso (na minha opinião). Havia regatas de veleiros de oceano e Optimist. Uma mudança de hábitos de velejador solitário nas águas quase desertas de embarcações da foz do Rio Real entre o estado de Sergipe e Bahia, lá perto de Mangue Seco onde a Tieta de Jorge Amado perdeu as botas, para o rush e a profusão de obstáculos nas imediações da Marina da Glória.
Chegamos a ir até a entrada de enseada de Botafogo e também até um pouco para o meio da baía e um pouco antes da raia da regata dos veleiros de oceano. A sujeira da águas da baía entristecem qualquer velejador que goste de sentir o borrifo de água salgada na boca (desde que seja água limpa). Lembrei-me de que abandonei o velejo no Rio Sergipe por causa da poluição em favor da foz do Rio Real apesar de ter que me deslocar cerca de 60 quilometros para isso.
7:30 fui para a frente da loja da Kraft Bikes no Leblon. De lá fomos para outro ponto de reunião logo depois da enseada de Botafogo. Então fomos para o centro ultrapassando a Avenida Presidente Vargas, indo até o mosteiro de São Bento, e voltando pelo Campo de Santana e Praça Tiradentes. Houve uma parada numa banca que vendia pastéis e caldo de cana, bem em frente ao monumento dos Pracinhas e à Praça Paris (esquina da Rua Joaquim Silva). E voltamos dando uma parada no Outeiro da Glória. Chegamos nas cercanias das 12h. Pedalei cerca de 36 km. Ufa!
Hoje estou planejando ir à Marina da Glória ver a feira da Rio Boat Show. O último dia é amanhã (mas amanhã quero participar do passeio da Kraft Bikes pelo Centro do Rio). Vou com Carolina. Espero que esteja tranquilo lá por causa do show de aviões na Praia de Botafogo. Carolina não topou ir antes em Botafogo.
Fomos, eu e Carolina na feira de barcos. Estava a “maior frescura” para conseguir visitar alguns barcos a motor. Desistimos de esperar. Só permitiam visitantes com convites. Já nos veleiros éramos bem-vindos. Visitamos um lindo Bramador de 34 pés de U$ 120.000,00. Depois fui dar uma volta de Dingue por conta da C&L Vela que estava “dando curso” grátis. Fui também dar uma volta mais demorada no Delta 32 da mesma escola de vela. Carolina também foi. Deu até para ver os aviõezinhos em Botafogo. A C&L Vela aluga também Laser, Dingue e veleiro de oceano. Acho que vou experimentar alugar no futuro.
Fui velejar no Saco com o Windsurf. O site SurfGuru previa ventos de 15 nós para Aracaju. Mas no Saco o vento foi pífio. Comecei a velejar perto da casa de Mário Jorge e pensava que ia cair muito pois há anos não velejo com o Windsurf que estava abandonado no quintal. Mesmo com o vento fraco fui até o banco de areia mas resolvi não parar e segui até Mangue Seco. Não caí nenhuma vez e cheguei seco do outro lado. Fui almoçar e encontrei um casal de jovens de São Paulo que estava vindo de bicicleta da Praia do Forte e que iria amanhã para Aracaju. Logo depois chegou Wilsinho com um amigo num Hobie Cat 16. Batemos papo e voltamos para a praia do Saco. Sem vento e com a maré contra o Hobie Cat me deixou logo para trás. Acabei indo para a Ponta do Saco. Deixei a prancha na praia fora do alcance da maré que subia e fui a pé pegar o carro na casa de Mário Jorge. Voltei para pegar a prancha e parti para Aracaju.
Esperava ter mais dificuldade com o Windsurf mas não ocorreu. Não fiquei nem muito cansado e nem agravei a minha dor lombar (pareceu até que ela melhorou mais). O que mais incomoda é lidar com a prancha que é muito pesada em comparação com as pranchas atuais que possuem estrutura interna em fibra de carbono.
Ontem jogamos paintball na Atalaia (Praia de Aracaju). Os contendores foram: pelo time vermelho, além de mim, Aurélio e Leonardo; e pelo time azul Marcel, Lívia e Leo. Foi interessante apesar de que no horário que fomos, 10h, o sol estar inclemente. Com todo o equipamento de proteção ficamos com muito calor.