
História do Pensamento Chinês, Anne Cheng

Meditação em Movimento, Paul Crompton
O pensamento chinês e o seu entrelaçamento com os estilos de arte marcial sempre me intrigou. No livro do Crompton há até um trecho em que um erudito chinês fica espantado com o fato de um artista marcial que ele conheceu ter tanta cultura. Artes como a caligrafia adestram o pulso para a esgrima e exercícios repetitivos até limites muito além do que é normal para a paciência ocidental preparam para a excelência no combate. Com os livros que comprei espero aumentar a minha compreensão desse entrelaçamento em meu próprio proveito no aprendizado do Tai Ji e de uma introdução ao Ba Gua Zhang. Li recentemente o livro História da China, de John King, e, apesar do enfoque histórico ser muito interessante eu tendo a preferir abordagens mais filosóficas. As artes na China tem sempre um caráter de integração entre a teoria e a prática que me agrada. Anne Cheng cita que uma das maiores preocupações de Confúncio versava sobre que o discurso nunca deveria exceder o que era necessário para a ação.
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