
Fomos velejar de Dingue eu, Leu e Natacha saindo do Iate. Descobrimos que o serviço da cantina do Iate é pessimo pela demora no atendimento. Ainda bem que tínhamos comprado alguma coisa na ótima confeitaria perto do prédio de Bruno, onde fomos pegar os salva-vidas emprestados. A confeitaria se chamava Itajai e estava lá desde 1932, segundo seus letreiros. Compramos sonhos, pão, bola ao rum e um suco de laranja ótimo. Natacha não gostou muito da velejada por causa dos respingos e banhos de água suja da baía da Guanabara. Leu ficou receoso do mar mexido por causa do vento na saída da baía. O trajeto de bicicleta foi de cerca de 40 km, incluindo a ida na Rua de Laranjeiras para pegar os salva-vidas. Na velejada fomos apenas até perto da Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói. Uma tartaruga infeliz ficou presa no anzol dos pescadores na orla da enseada de Botafogo. Estava magnífico o por-do-sol ao chegarmos, enfim, em Ipanema.

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