
Pela segunda vez li artigo citando a elaboração canhestra da interação com o usuário através de interfaces com o usuário em sistemas de informação em contraste com as excelentes interfaces com os gamers dos jogos em consoles de jogos e computadores. Na primeira vez acho que foi um artigo de Dvorak na Info Exame. Recentemente não lembro onde foi. Provavelmente na Internet. Nos sistemas corporativos são impingidos sistemas com interfaces absolutamente aborrecidas e que encobrem o que está acontecendo por detrás dos panos. O usuário e mesmos os “necessários” analistas tem que elocubrar bastante para retirar entendimento de modelos de abstração razoavelmente complexos e nebulosos. 
Enquanto isso, no reino mágico e lúdico dos jogos os usuários lidam com “objetos” que respondem maravilhosamente aos seus desejos, no caso de divertimento mas com requisitos bem severos de atingimento de resultados, e se apresentam em interfaces icônicas e intuitivas. Um mundo aparentemente mais concreto. Os jogos em rede introduzem a colaboração tanto “amiga”, no times, quanto “contendora”, nos opositores, mas objetivando o progresso do jogo. Por que tudo isso que acontece no mundo dos jogos não contamina o mundo dos softwares de negócios? Há uma conjectura de que se isso acontecesse haveria grande ganho de produtividade e de satisfação com o trabalho tanto dos usuários quanto dos desenvolvedores, agora artistas da efetividade. Os sistemas seriam mais pláticos e adaptáveis à realidade num piscar de olhos e tudo tenderia a facilitar o trabalho colaborativo em todos os níveis. Tudo isso parece ser factível quando se olha o fantástico projeto Croquet. Apenas dei uma rápida olhada ontem e li alguns poucos artigos, que cito abaixo, entusiastas a respeito dos rumos do Croquet. Uma disseminação das idéias no Croquet podem ter como vetor o OLPC.
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