Entradas do Julho 2007
Segui a recomendação de usar o Fedora encontrada no site do Croquet:
We know that Croquet works under Fedora Core 4.0 linux distro with OpenGL 2.0 and OpenAL 0.0.8.r
Preferi instalar o mais atualizado Fedora 7. O Croquet parou de apresentar as anomalias nas imagens como acontecia no Mandriva.
No início estava dando erro de autorização na criação do symlink. Para contornar executei o script Croquet.sh uma vez como root.
Mas ao testar o widget ‘Demo (Master)’ deu o seguinte erro:
Demo (Master) fails to launch Error: Callout mechanism not available
No console apareceram as seguintes mensagens:
SocketPlugin: ignoring unknown option ‘SO_REUSEPORT’
ioLoadModule(./bin/i686-pc-linux-gnu/SqueakFFIPrims):
./bin/i686-pc-linux-gnu/SqueakFFIPrims: cannot restore segment prot after reloc: Permission denied
ioLoadModule(./bin/i686-pc-linux-gnu/SqueakFFIPrims):
./bin/i686-pc-linux-gnu/SqueakFFIPrims: cannot restore segment prot after reloc: Permission denied
No link http://bugs.squeak.org/view.php?id=6401 encontrei um relatório de bug que examinei. A versão no relato é Fedora 5. Uma nota diz o seguinte:
this issue was solved by disabling selinux. But now, I cannot link to openGL libs
No SELinux Administration (Sistema | Administração | SELinux Management) coloquei a opção Status | Current Enforcing Mode em Permissive.
Iniciei o Croquet e tentei de novo com o widget Demo (Master).
Sucesso! O coelho apareceu!
As mensagens no console melhoraram:
[chicoary@c925138b CroquetSDK-1.0.18]$ ./Croquet.sh
ln: creating symbolic link `/usr/local/lib/libopenal.so’: Arquivo existe
SocketPlugin: ignoring unknown option ‘SO_REUSEPORT’
SocketPlugin: ignoring unknown option ‘SO_REUSEPORT’
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Ontem fui assistir o filme Ratatouille. Gostei muito da animação. As corridas frenéticas dos ratos estão muito bem resolvidas. Parecem haver duas insinuações sobre ratos na cozinha francesa e sobre a cozinha francesa ser comparável a um prato camponês grosseiro. Mas isso já são viagens minhas.
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Ontem comprei, na livraria Argumento, a biografia de Nietzsche escrita por Safranski.
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Ontem instalei o Fedora 7. Comprei o DVD na banca de revista. Estava sem paciência com a minha banda não tão larga assim (conexão de TV a cabo). Espero que o Croquet funcione bem nele conforme diz no seu Getting Started. O Mandriva foi pras breubas quando instalei o driver que baixei para a placa Radeon. Se tiver algum problema nessa fase inicial espero obter alguma ajuda do post Fedora 7: primeiras impressões. Até agora foi tudo bem. Já configurei o Grub no arquivo /boot/grub/menu.lst para que os Windoers lá de casa fiquem confortáveis. Acho que já estou na minha sexta distribuição do Linux. Já testei Conectiva, Mandrake, Kurumin, Ubuntu/Kubuntu e Mandriva. Até agora o Mandrake foi a experiência mais tranquila. Mas o sucesso no uso depende bastante das alterações e reconfigurações tentadas. Vamos ver como o Fedora comporta diante das minhas barbeiragens.
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Este post é só para colocar o link para o site random.org/. O site citado afirma que usa números aleatórios baseados em ruído atmosférico. A explicação está no ítem Q1.3 do FAQ. A geração é lenta por depender de fenômenos físicos para a geração dos números ramdomizados. Os números são adequados para loterias particulares e sorteios. Os números pseudo-aleatórios são reprodutíveis e mais amigáveis para simulações podendo ser gerados rapidamente ao contrário dos verdadeiros números aleatórios baseados em fenômenos físicos. Existem geradores de números aleatórios baseados no decaimento radioativo de partículas. No site citado aqui há várias referências a esse “mundo da geração de números aleatórios verdadeiros”.
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Estou começando a cadastrar minha biblioteca no LibraryThing. Ele permite fazer um dump dos livros que cadastrei. A exportação pode ser no formato com tabs que o Excel abre bem. Pode ser usado o formato CSV também.
Uma limitação para uma subscrição gratuita é de cadastrar no máximo 200 livros. Talvez eu tenha mais do que isso. Para evitar o limite pode-se dividir o cadastro em duas partes mas vai se perder algumas funcionalidades que dependem de buscas em todo o cadastro (grupamento por autor, por exemplo).
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Abaixo segue uma tradução do texto introdutório do eBook que acompanha o Croquet:

Croquet foi construído para responder uma pergunta simples. “Se estávamos para criar um novo sistema operacional e interface do usuário sabendo o que nós sabemos hoje, até onde poderíamos ir?” Mais ainda, que tipos de decisões faríamos que nós talvez não tenhamos podido mesmo considerar há 20 ou 30 anos, quando os sistema operacionais correntes foram criados primeiramente?
O cenário de possibilidades desenvolveu-se tremendamente nos últimos poucos anos. Sem dúvida, nós podemos considerar lei de Moore e a Internet como as duas forças primárias que colidem como placas tectônicas criando uma cordilheira enorme de possibilidades. Desde cada OS existente que foi criado quando o mundo ao redor era ainda bastante plano, eles não foram projetados verdadeiramente para tirar proveito das alturas que nós agora estamos a escalar.
O que é talvez o mais notável sobre esta pergunta em particular é que ao responder a ela, nós achamos que revisitamos muito do trabalho que foi feito nos precedentes anos sessenta e setenta que finalmente levou às arquiteturas de computadores bem sucedidas atuais. Alguém podia dizer que em realidade, esta pergunta foi respondida há muito tempo, e a força da resposta foi conduzida com êxito por um quarto de século. Por outro lado, os ambientes atuais são realmente apenas uma fina camada superficial sobre o que mesmo há muito tempo eram aproximações seriamente fora de moda para desenvolvimento e projeto. A maioria das idéias fundamentais realmente boas que as pessoas tinham eram “deixadas de fora (left on the cutting room floor)”
Isto não quer dizer que os pioneiros pensaram em tudo. Muito aconteceu nas últimas poucas décadas que permitiu algumas aproximações fundamentalmente novas que não podiam ter sido consideradas na época.
Estamos fazendo um certo número de suposições:
- Hardware está rápido – realmente rápido, exceto para inicializar o Windows ou o jogo Quake ninguém se preocupa – nem podem eles realmente usam-no. Queremos tirar proveito desta curva de poder para capacitar uma experiência mais rica.
- O hardware gráfico 3D é realmente, realmente rápido e está ficando muito mais rápido. Isto é ótimo para jogos, mas queríamos desobstruir o potencial desta tecnologia para aumentar a experiência inteira do usuário.
- Linguagens dinâmicas experimentaram uma renascença tanto em funcionalidade como em desempenho. Os sistemas extremamente dinâmicos como LISP e Smalltalk freqüentemente foram criticados como sendo lentos demais para muitas aplicações, especialmente aqueles com demandas de tempo-real. Isto não é simplesmente mais o caso, e como Croquet demonstra, desempenho de classe -mundial é bastante alcançável nestas plataformas.
- A comunicação tornou-se uma parte central da experiência de computação, mas ainda é feito pelo mais estreito dos canos, via email ou deixando alguém saiba que acabam de ser convertidos em pedaços no Quake. Queremos criar um ambiente verdadeiro de colaboração, onde o computador é não só um mundo em si, mas um ponto de encontro para muitas pessoas onde idéias podem ser expressadas, exploradas, e transferidas.
- O código é somente outro tipo de meio de comunicação, e deve ser igualmente portátil entre sistemas. Ligação dinâmica e arquiteturas de componentes permitem um precioso encapsulamento de comportamentos que dinamicamente podem ser compartilhados e intercambiados.
- O sistema deve agir como uma máquina virtual no topo de qualquer plataforma. Nós não criamos apenas uma outra aplicação que executa no topo do Windows, nem do Macintosh – estamos criando uma Máquina Croquet que é altamente portável e que executa bit-identical no Windows, Macintosh, Linux, e finalmente em hardware próprio… em qualquer lugar onde tiver uma CPU e um processador gráfico. Uma vez que a máquina virtual tenha sido portada, tudo o mais se segue; até os bugs são os mesmos. A maioria de tentativas em verdadeiros sistemas multiplataforma foram apresentados como aproximações perigosas (cf. Java) em vez de bit-identical “matematicamente garantidos” ports como é requerido.
- Não há nenhum limite no sistema. Criamos um ambiente onde algo pode ser criado; tudo pode ser modificado, tudo no mundo 3D. Não há ambiente separado de desenvolvimento, nenhum ambiente de usuário. É tudo a mesma coisa. Nós podemosmesmo mudar e criar os mundos em colaboração com outros dentro dele enquanto ele executa.
O sistemas operacionais existentes são como os castelos que são possuídos por seus respectivos Senhores na Idade Média. Eram os centros do poder, um meio de controlar a população e intimidar os rivais. Às vezes, um particular Senhor se torna dominante, e ele se declara Rei. Isto era ótimo para o Rei. E não mau demais para o resto dos nobres, mas no final – a tecnologia progrediu e as pessoas começaram a abrir brechas nas laterais dos castelos. Os castelos foram abandonados. A tecnologia possibilita isto.
Fonte:
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Estava deitado na sala numa lombeira de dar gosto. Minha neta que brincava perto agarrou com força meu dedo mindinho querendo me conduzir não sei para onde. Falava as coisas incompreensíveis de costume lá na sua língua. Resisti. Se cedesse seria um não acabar mais de dedos mindinhos espremidos na frente de um zumbi obediente à mais nova tirana do pedaço. Confesso que fiquei um pouco receoso de perder alguma coisa interessante que esse passeio inusitado podia prometer. Podia no mínimo ser jocoso antes de talvez ser um poço de descobertas. Pensando no que havia na sala não me convenci. Talvez se conseguisse compreender as suas intenções… Mas a barreira da língua foi pior do que entre os terráqueos e os marcianos do filme Marte Ataca. O ¨viemos em paz’ não me encorajou. Fico pensando que a minha querida netinha, que muitas alegrias me traz principalmente com sua algaravia compenetrada e convicente sempre a comunicar seus desejos como se nós fôssemos poliglotas, como desconfio que ela é, fica muito prejudicada em atingir um grau de comunicação mais a seu gosto e usufruir das vantagens decorrentes. Menos na língua materna de seus avós que deve estar deixando para depois. Um luxo incompreensível ao meu ver: não seria mais interessante se entender bem conosco? Quantas vantagens não teria? Correríamos a obedecer aos seus comando como cachorrinhos contentes a babar com nossas línguas de fora. Mas não! Queria a sofisticação de falar a língua dos estranhos! Desconfiei da sua poliglotice (ai meu deus o que minha neta me faz escrever) quando via um podcast em que eu quase não entendia nada do que o orador dizia e ela, compenetrada, nem piscava. Batata! Ela é poliglota em outras línguas.
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Na sexta passada fui assistir o filme ‘Fabricando Tom Zé‘ no Odeon BR. Fui na sessão das 16:30 assim que saí do trabalho. Algumas passagens me chamaram atenção. Tom Zé é um furacão de criatividade. Fazer música com o esmeril foi sensacional. Entusiasma a platéia no filme e também a em que eu estava (embora pequena, estavam todos ligados na abertura do PAN). Passagens de muito bom humor fizeram-me dar boas gargalhadas. Houve um pouco de irritação também em Montreux quando Tom Zé destilou sua bílis pra cima de um técnico de som francófono que não estava compreendendo suas necessidades no show. Numa entrevista em um hotel Tom Zé falava de Montreux movido pela criação dos que não eram de lá. E de lá, segundo ele, não havia contribuição de monta.Apesar de toda evolução e conforto material típico do primeiro mundo havia uma certa esterilidade cultural ou musical, na sua opinião.Talvez por isso mesmo, digo eu. Lembrei um comentário de Leminski em seu ‘Anseios Crípticos’ sobre Curitiba não ter uma produção cultural à altura de seu grau de cidade civilizada. Noutra passagem a mulher de Tom Zé coloca que, apesar de não se considerar a coisa mais importante na vida de Tom Zé, reconhecia que a arte é a coisa mais importante para um artista e que não tinha nenhuma veleidade de ser tal coisa. Pensei imediatamente em sua sabedoria pois se ela fosse essa coisa mais importante provavelmente Tom Zé não seria o que é. Fica claro que o seu amor por ele também é um amor pelo que ele representa, pelo seu gênio. Se não fosse assim então o que haveria para amar?
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Fomos ao Forte de Copacabana cerca de 17:00, eu, Iane, Carolina, Iasmin e D. Thereza. Gostamos mais do show de Zelma e Fabricio. Cantaram trechos da ópera Carmen e da Marselhesa. Vimos uma mímica e o Can Can.
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