Velejamos de Dingue hoje. Alugamos de 13 às 15 h na Marina da Glória. Foi tranquilo e fomos eu, Mateus e Ortis. O tempo melhorou a tarde e o sol apareceu. O vento também foi bom. Não estava querendo mesmo um pé de vento na minha primeira experiência timoneando um Dingue, ainda mais com passageiros.
O movimento de barcos na Baía de Guanabara estava bem intenso (na minha opinião). Havia regatas de veleiros de oceano e Optimist. Uma mudança de hábitos de velejador solitário nas águas quase desertas de embarcações da foz do Rio Real entre o estado de Sergipe e Bahia, lá perto de Mangue Seco onde a Tieta de Jorge Amado perdeu as botas, para o rush e a profusão de obstáculos nas imediações da Marina da Glória.
Chegamos a ir até a entrada de enseada de Botafogo e também até um pouco para o meio da baía e um pouco antes da raia da regata dos veleiros de oceano. A sujeira da águas da baía entristecem qualquer velejador que goste de sentir o borrifo de água salgada na boca (desde que seja água limpa). Lembrei-me de que abandonei o velejo no Rio Sergipe por causa da poluição em favor da foz do Rio Real apesar de ter que me deslocar cerca de 60 quilometros para isso.
A velejada transcorreu tranqüila e apenas um incidente de uma pequena invasão da área de exclusão em frente à cabeceira do Santos Dumont deu nos a impressão que os aviões haviam cessado de levantar vôo (piada do Ortiz: “vamos esperar que aqueles babacas num barquinho saiam para não serem soprados pelas turbinas dos aviões”).
1 resposta Até agora ↓
Travessia, Rio/ Ilha Grande/Parati/Rio – A Saga « Crab Log // Maio 16, 2009 às 12:26 pm |
[...] o significado das bóias em frente às cabeceiras do aeroporto Santos Dumont. Eu já tinha tido uma experiência onde havia invadido um pouco a “área de exclusão” que elas demarcavam. Foi explicado [...]