Ontem fomos todos ao Ráscal que fica no no Shoping Leblon. Ao irmos embora passamos no local onde, num palco, músicos tocavam chorinhos, como acontece todas às quintas às 20h. Já estavam quase encerrando. Iasmin foi se aproximando e deu aquele sorriso traquina de descoberta do mundo. Começou a dançar e sorrir com alegria para todos os lados. Foi logo conquistando os olhares, tirou fotos e, no final, recebeu cumprimentos de várias pessoas com ´fofinha´ e etc. Iasmin dança para quase tudo: ao toque do celular, para o barulho do liquidificador, funk e até quando cantamos canção de ninar fica meneando no colo mesmo.
Entradas do Junho 2007
Todas as mulheres do mundo II
Junho 28, 2007 · Nenhum Comentário
Ontem fui à Estação Laura Alvim com Mateus para assistir ao filme ‘Todas as mulheres do mundo’. A programação não estava conforme a informação que recebi por email. Acabei assistindo ao filme ‘O despertar de uma paixão‘ para não perder a viagem. Hoje recebi um novo email prevendo uma sessão com o filme desejado para o próximo domingo (01/07/2007).
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Todas as mulheres do mundo
Junho 27, 2007 · Nenhum Comentário
O filme ‘Todas as mulheres do mundo‘ passa hoje em sessão na Estação Laura Alvim. Não quero perder a oportunidade de rever esse filme que me deixou em estado de graça ao assisti-lo nos anos 70 em Niterói (acho que foi no cinema da UFF). Leila Diniz e Paulo José estão maravilhosos nessa produção cinematográfica de Domingos de Oliveira inspirada na biografia da musa da Banda de Ipanema. Leila é a própria bacante. Uma Dioniso de saias.
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A mulher que escreveu a Bíblia
Junho 27, 2007 · 1 Comentário

Certa época resolvi comprar alguns exemplares da coleção ‘Grandes Escritores da Atualidade’. Alguns livros nem li. Li ‘A Carta Esférica’ e gostei apenas de algumas informações sobre náutica mas achei o estilo do autor um pouco forçado. Fiquei com a impressão de que os títulos escolhidos eram encalhes que estavam sendo desovados. Parei de comprar. Mas um dos títulos me encantou e a todos que empresto gostam muito. É ‘A mulher que escreveu a Bíblia’, de Moacyr Scliar. Estou relendo desde ontem e já estou na página 100. Scliar teve como um dos objetivos nesta obra, além de desenvolver irônicamente a conjectura de Harold Bloom, facilitar a leitura ao máximo. E conseguiu.
Na primeira leitura que fiz me impressionou e entusiasmou a fluência do texto. Nessa segunda leitura já observei que algumas idas ao dicionário poderiam ser necessárias aos mais rigorosos embora perfeitamente dispensáveis pela irrelevância de conhecer todos os termos com exatidão já que o contexto muito poderoso desse livro, que leva à leitura fluente e ansiosa, não deixa espaço para tais incursões ao léxico. Chama a atenção também a linguagem ‘moderna’ da personagem que narra a sua ‘vida passada’ o que representa uma ironia e constatação que as histórias sobre vidas passadas são projeções do presente na liberdade criativa possibilitada pelo ‘passado’ insondável e não registrado. A ficção científica cria na mesma liberdade, só que em relação ao futuro. Futuro e passado são interpretações de interpretações. Nem mesmo o presente pode escapar, na sua fugacidade, das interpretações e da criatividade que são aplicadas ao futuro e ao passado. Basta entrar em contato com o noticiário que pressupõe fatos mas deixa entrever miríades de interpretações e visões de quem escreve e de quem lê.
Veja alguns artigos na Internet que falam de Scliar e do livro:
- A Mulher que Escreveu a Bíblia por José Geraldo Couto
- Resumo biográfico bibliográfico por Arnaldo Nogueira Jr
- Moacyr Scliar na Wikipedia
- DIALOGIA E MARCAS DE ORALIDADE EM A MULHER QUE
ESCREVEU A BÍBLIA DE MOACYR SCLIAR por Rafaella Berto Pucca
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Anima Mundi 2007 - Programação
Junho 26, 2007 · Nenhum Comentário
Estou me preparando para aproveitar a Anima Mundi 2007. Comecei a elaborar uma planilha para conciliar meus horários nos fins de semana e durante a semana quando só poderei assistir às sessões após às 17:00 h.
No link Programação da Anima Mundi 2007 você pode obter o arquivo com a planilha (abra o mesmo com a Excel e não com o Acrobat Reader) .
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Tortura Moderna
Junho 25, 2007 · Nenhum Comentário
Só citando: Tortura Moderna.
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Blogs que fazem rir
Junho 20, 2007 · Nenhum Comentário
Só citando:
Blogs que fazem rir.
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Botulismo
Junho 20, 2007 · Nenhum Comentário
Outro dia ao visitar o cantinho temático sobre Nietzsche na livraria Travessa no Shoping Leblon me deparei com um título curioso: Nietzsche e o demônio do meio-dia, de Jean-Baptiste Botul. A toxina do botulismo é muito usada atualmente para retesar a testa das madames mas as citações sobre o botulismo, uma corrente inaugurada por Botul, um “escritor da tradição oral”, ao contrário, faziam minha testa franzir aos efeitos das referências um tanto copiosas a respeito de Botul numa supeitosa atitude um tanto inconsciente. Dizem que a mentira é sempre mais elaborada do que a “verdade”. E que a vontade de verdade, que nós faz sempre tentar dar sentido a tudo e principalmente às coisas vertidas no papel, colabora para o engano e o erro. O papel aceita tudo e tudo aceitamos desde que já aceito pelo papel. Talvez com base nessas premissas foi que Frédéric Pagès escreveu sob o heterônimo de Botul o fake citado. O embuste foi bem arquitetado sendo a editora uma casa respeitada na veiculação de obras sérias e o editor garante que, apesar do engano, os fatos contidos no livro são fidedignos. Até algumas resenhas sobre a obra na imprensa foram feitas de forma ingênua sem perceber que Botul nunca existiu. Eu particularmente gostei do livro e já o tinha colocado na minha wish list (e ainda o mantenho lá) antes de pesquisar na Internet e encontrar as evidências da razão da minha desconfiança. Folheando o livro achei que é uma obra de sátira interessante e com considerações pertinentes, na minha opinião, sobre Lou Salomé, a amada de Nietzsche. Botul tem outros títulos e o próprio Pagès já escreveu outra obra satírica sem a máscara do heterônimo.
Veja também KANT E BARRIGAS.
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Escritos políticos
Junho 18, 2007 · Nenhum Comentário
Folhando o livro Escritos sobre Política (volume I), contendo uma coletânea de aforismos de Nietzsche, encontrei na contracapa o seguinte, que achei interessante citar aqui:
O caráter demagógico e o propósito de atuar sobre as massas são atualmente comuns a todos os partidos políticos: todos são obrigado, em razão do referido propósito, a transformar os seus princípios em grandes baboseiras a fresco para assim poder pintá-las nas paredes.
Friedrich Nietzsche
Domingo de Dingue
Junho 17, 2007 · Nenhum Comentário
Velejamos de Dingue hoje. Alugamos de 13 às 15 h na Marina da Glória. Foi tranquilo e fomos eu, Mateus e Ortis. O tempo melhorou a tarde e o sol apareceu. O vento também foi bom. Não estava querendo mesmo um pé de vento na minha primeira experiência timoneando um Dingue, ainda mais com passageiros.
O movimento de barcos na Baía de Guanabara estava bem intenso (na minha opinião). Havia regatas de veleiros de oceano e Optimist. Uma mudança de hábitos de velejador solitário nas águas quase desertas de embarcações da foz do Rio Real entre o estado de Sergipe e Bahia, lá perto de Mangue Seco onde a Tieta de Jorge Amado perdeu as botas, para o rush e a profusão de obstáculos nas imediações da Marina da Glória.
Chegamos a ir até a entrada de enseada de Botafogo e também até um pouco para o meio da baía e um pouco antes da raia da regata dos veleiros de oceano. A sujeira da águas da baía entristecem qualquer velejador que goste de sentir o borrifo de água salgada na boca (desde que seja água limpa). Lembrei-me de que abandonei o velejo no Rio Sergipe por causa da poluição em favor da foz do Rio Real apesar de ter que me deslocar cerca de 60 quilometros para isso.
